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Etiópia acusa Eritreia de agressão militar e apoio a grupos armados

Etiópia acusa Eritreia de agressão militar e apoio a grupos armados; pede retirada de forças e retomada do diálogo com respeito à integridade territorial

Russian Foreign Minister Sergei Lavrov meets with his Ethiopian counterpart Gedion Timothewos in Moscow
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  • O ministro das Relações Exteriores da Etiópia acusa Eritreia de agressão militar e de apoiar grupos armados dentro do território etíope, conforme carta de Gedion Timothewos.
  • A mensagem, recebida por Reuters e verificada pelo ministério, afirma que tropas eritreias ocupam parte do território etíope ao longo da fronteira por período prolongado.
  • A carta pede retirada imediata das forças eritreias e fim à cooperação com os grupos armados, alegando escalada de hostilidades.
  • Relações entre os dois países deterioraram-se desde o acordo de paz de 2018, com Eritréia fora do acordo de 2022 que encerrou o conflito no Tigray.
  • Autoridades etíopes mencionam manobras conjuntas entre forças eritreias e grupos armados próximos à fronteira noroeste, aumentando temores de retorno ao conflito.

O Ministério das Relações Exteriores da Etiópia acusou a Eritreia de agressão militar e de apoiar grupos armados dentro do território etíope. A denúncia vem de uma carta de Gedion Timothewos, ministro das Relações Exteriores, entregue ao seu homólogo eritreu.

A comunicação, datada de 7 de fevereiro, afirma que forças eritrealas ocuparam partes do território etíope por período prolongado e fornecem suporte material a milícias operando no país. O texto pede a retirada imediata das tropas e o fim da cooperação com esses grupos.

Segundo a carta, houve escalada ao mencionar manobras militares conjuntas entre forças eritreias e grupos armados etíopes próximo à fronteira nordeste. Addis Ababa também sinaliza disposição para diálogo, desde que haja respeito à integridade territorial.

A relação entre os dois países se deteriorou desde o acordo de paz de 2018, que encerrou uma guerra entre eles, e agravou-se após a Eritreira não ter sido parte do acordo de 2022 que pôs fim ao conflito na Tigray.

O texto ressalta ainda que a Etiópia está aberta a negociações de boa-fé sobre interesses mútuos, incluindo as questões marítimas e o acesso ao Mar Vermelho por meio do porto de Assab, caso haja respeito à soberania etíope.

Até o momento, um porta-voz do governo eritreu indicou que as autoridades verificam se a carta foi recebida pela diplomacia etíope. Não houve confirmação oficial de resposta imediata de Eritreia.

Situação na fronteira entre Etiópia e Eritreia

O conflito na fronteira gera temores de recidiva de hostilidades, após choques entre forças tigray e tropas etíopes terem aumentado a tensão regional e a instabilidade na região.

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