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Imigração rejeita tentativa de Trump deportar estudante pró-Palestina de Tufts

Juiz de imigração rejeita a deportação de estudante turca pró-Palestina da Tufts após não comprovar removibilidade

Rumeysa Ozturk, a Tufts University student from Turkey, speaks to reporters after urging a federal judge to order the Trump administration to restore her student visa record, outside the federal court in Boston.
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  • Um juiz migratório rejeitou os esforços da administração Trump para deportar Rumeysa Ozturk, estudante de PhD da Tufts, detida no ano passado.
  • A detenção ocorreu em março, após o Department de State ter revogado seu visto de estudante; a base apresentada foi um editorial que ela co-redigiu criticando a resposta da universidade à guerra de Israel em Gaza.
  • Em 29 de janeiro, o juiz concluiu que o Departamento de Segurança Interna não provou que ela era removível, encerrando o processo.
  • A decisão foi comunicada pelos advogados da American Civil Liberties Union; o juiz responsável foi Roopal Patel, em Boston.
  • A administração pode recorrer à Board of Immigration Appeals; a decisão não é pública.

O juiz de imigração rejeitou a tentativa da administração Trump de deportar Rumeysa Ozturk, estudante de PhD na Tufts University. A mulher foi presa no ano passado durante a atividade do governo contra ativistas pró-Palestina em campus, segundo a defesa.

Os advogados da estudante turca informaram a decisão ao tribunal de apelações federais em Nova York, que vinha analisando um veredito anterior que resultou na sua liberação da custódia. O processo foi encerrado, pelo menos momentaneamente, pela Justiça de imigração.

Em 29 de janeiro, o juiz Roopal Patel, em Boston, afirmou que o DHS não comprovou a removibilidade de Ozturk e encerrou o procedimento. A defesa descreveu a decisão como um passo relevante, mas a medida pode ser contestada na Board of Immigration Appeals.

Detalhes do caso e próximos passos

A investigação começou após a detenção de Ozturk em Somerville, região metropolitana de Boston, em março do ano anterior, por suspensão de visto chegou a ser revogada pelo governo. A detenção anterior durou 45 dias, com liberação após decisão federal que reconheceu questões de expressãoção.

A defesa argumenta que a detenção se conectou a uma defesa de direitos civis, citando um editorial que a estudante co-escreveu no jornal estudantil da Tufts, criticando a resposta da universidade ao conflito em Gaza. A família e advogados ressaltam a trajetória acadêmica de Ozturk, incluindo pesquisas com foco em desenvolvimento infantil.

A decisão não torna pública a íntegra do veredito, e o DHS pode impugnar na Board of Immigration Appeals. O governo não respondeu ao pedido de comentário.

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