- O príncipe William e a princesa Kate Middleton comunicaram estar profundamente preocupados com as revelações dos arquivos de Jeffrey Epstein, mantendo o foco nas vítimas.
- Em 2006, Epstein e o irmão de Carlos III, Andrew Mountbatten Windsor, teriam pressionado uma bailarina para participar de atos sexuais sob promessa de pagar 10 mil dólares.
- Aparecem fotos não divulgadas anteriormente em que Andrew aparece em posição de quatro patas sobre uma jovem; Virginia Giuffre acusa Mountbatten Windsor de abuso quando ela era adolescente.
- A família da vítima afirma que os novos papéis comprovam a veracidade das acusações de Giuffre, enquanto Andrew nega as acusações.
- Na política britânica, o primeiro-ministro Keir Starmer aceitou a demissão de seu chefe de gabinete, Morgan McSweeney, em meio à crise ligada à possível nomeação de Peter Mandelson como embaixador nos Estados Unidos.
O príncipe Guillermo e a princesa Kate Middleton manifestaram profunda preocupação com as revelações recentes sobre Jeffrey Epstein, o financiador ligado a uma rede de crimes sexuais. O Palácio de Kensington confirmou que os pensamentos do casal se concentram nas vítimas.
Segundo o comunicado, o príncipe e a princesa estão atentos às novas informações que vêm à tona, destacando a gravidade dos relatos. A declaração foi divulgada nesta segunda-feira pelas assessorias reais.
As novas revelações mencionam que, em 2006, Epstein e o duque de Sussex, Andrew Mountbatten Windsor, pressionaram uma bailarina para participação em atos sexuais, com promessa de pagamento. O montante citado é de 10 mil dólares.
Em fotos recém surgidas, Andrew aparece em posição de quatro pés sobre uma jovem de aparência jovem, com o rosto coberto. A vítima, identificada como Virginia Giuffre, já o acusou de assédio sexual na sua adolescência.
Apesar das alegações, o duque de Sussex nega as acusações. A família da vítima afirmou que os papéis mostram que Giuffre dizia a verdade sobre os fatos.
No Reino Unido, o caso ganhou repercussão adicional após a divulgação de documentos. A situação também envolve o ambiente político britânico, com impactos na condução de autoridades.
O primeiro-ministro Keir Starmer vive momento de pressão interna, que resultou na demissão de um dos seus principais assessores. Morgan McSweeney deixou o posto diante de críticas sobre nomeação de um embaixador nos EUA ligado a Epstein.
A saída de McSweeney ocorreu em meio à crise política mais grave do mandato de Starmer, alimentada por ligações entre Epstein e autoridades próximas ao governo. A administração continua a defender a clareza das escolhas.
As informações destacam ainda que a divulgação dos papéis intensifica debates sobre responsabilização de figuras públicas ligadas a Epstein e sobre a proteção de vítimas. O caso segue em investigação e você acompanhará desdobramentos.
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