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Afegão condenado no Reino Unido por estupro de menina de 12 anos

Condenado em tribunal inglês por estuprar menina de doze anos; caso reacende debate sobre imigração e segurança nas comunidades locais

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  • Ahmad Mulakhil, de vinte e três anos, foi considerado culpado por duas acusações de estupro de uma menina com menos de treze anos em Nuneaton, Inglaterra, em julho do ano passado.
  • Ele já havia se declarado culpado de mais uma acusação de estupro e foi considerado culpado por seqüestre de uma criança, duas acusações de abuso sexual e a fabricação de imagens indecentes de menor.
  • O coacusado Mohammad Kabir, de vinte e quatro anos, foi considerado inocente de tentativa de manter relação sexual com menor, de cometer crime com intenção de praticar crime sexual e de strangulação intencional, em relação ao mesmo encontro com a vítima.
  • Houve protestos locais e polêmica política após a divulgação inicial de que Mulakhil era requerente de asilo, com críticas sobre a comunicação das autoridades.
  • Mulakhil deve ser sentenciado em data a ser anunciada.

Ahmad Mulakhil, 23, foi considerado culpado em um tribunal inglês de estupro de menor de 13 anos, envolvendo uma garota de 12, em Nuneaton, região central da Inglaterra, no ano passado. O veredito ocorreu após julgamento no Warwick Crown Court, com ele também tendo se declarado culpado de outros crimes.

Ele foi condenado por dois crimes de estupro de menina abaixo de 13 anos. Também foi encontrado culpado de sequestrar uma criança, dois de abuso sexual e de produzir imagens indecentes de menor. O caso teve desdobramentos com a participação de um segundo réu, Mohammad Kabir, 24, que saiu com vereditos distintos.

A promotoria afirmou que Mulakhil levou a vítima a um cul-de-sac isolado, onde cometeu os atos descritos. Ainda não houve leitura da sentença, que deverá ocorrer em data a ser marcada.

Contexto

Ativistas anti-imigração acentuaram o debate, ligando o caso à situação de requerentes de asilo instalados em hotéis. Grupos pró-imigrantes argumentaram que extremistas exploram o tema para inflamar tensões políticas.

O caso também alimenta discussões locais sobre a transparência policial em relação ao status de refugiados. As informações oficiais indicam que a divulgação do status de asilado não ocorreu no momento relevante, gerando polêmica pública.

Com o veredito, as autoridades reforçam a necessidade de processos judiciais independentes, mantendo o foco na apuração dos fatos e na responsabilização dos envolvidos, sem apresentar julgamentos sobre políticas de imigração.

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