- O ministro russo das Relações Exteriores, Sergei Lavrov, afirmou que ainda há muito o que fazer nas negociações de paz sobre a Ucrânia e destacou que não há motivo para entusiasmo com a pressão exercida pelo presidente dos EUA, Donald Trump.
- Lavrov sinalizou após conversas em Abu Dhabi, descritas como difíceis, porém construtivas, que chegar a um acordo final continua sendo desafiador.
- A Rússia mantém suas exigências maximalistas, incluindo tentativas de controlar regiões leste da Ucrânia e a oposição à entrada da Ucrânia na Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) ou a presença de tropas ocidentais como garantias de segurança.
- O presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskiy, disse que garantias de segurança confiáveis são a base real para a paz e advertiu que a Rússia pode testar qualquer acordo com ataques ou operações híbridas.
- A Rússia manteve ataques à infraestrutura de energia da Ucrânia, com um ataque a uma instalação no sul da região de Odesa durante a noite, em meio a temperaturas frias.
O ministro das Relações Exteriores russo, Sergei Lavrov, disse que ainda há um longo caminho pela frente nas negociações de paz envolvendo a Ucrânia. A declaração foi veiculada pela agência estatal russa RIA, citando o que ele chamou de falta de motivos para entusiasmo diante de pressões dos EUA sobre a Europa.
As observações chegaram dias após, segundo Lavrov, as conversas em Abu Dhabi terem sido difíceis, porém construtivas. Moscou mantém demandas maximalistas, incluindo reivindicações territoriais e a oposição à adesão da Ucrânia à Otan ou a presença de tropas ocidentais sob garantias de segurança.
Zelenskiy, em discurso noturno, afirmou que garantias de segurança confiáveis são a base da paz. Ele alertou que a Rússia pode testar qualquer acordo por meio de ataques ou operações híbridas. Enquanto isso, ataques à infraestrutura energética ucraniana continuam.
Ações na infraestrutura e contexto
Fontes apontam que um centro de energia na região de Odessa foi atingido durante a noite, em meio a temperaturas baixas. O conflito segue afetando o abastecimento de energia no sul do país. A situação ocorre em meio a debates europeus sobre competitividade antes da cúpula informal da UE nesta quinta-feira.
Panorama político e diplomático
Em outra frente, a União Europeia acompanha discussões sobre acordos comerciais com os EUA e sobre mecanismos para aumentar a competitividade europeia. As informações enfatizam a complexidade das negociações e a continuidade dos movimentos em torno das negociações de paz.
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