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Protestos violentos na Albânia por alegações de corrupção no governo

Protestos em Tirana pedem a renúncia do vice-primeiro-ministro por suposta corrupção; polícia enfrenta manifestantes na capital

Law enforcement officers stand guard behind crowd-control barriers as a Molotov cocktail explodes outside the Prime Minister's office during an anti-government protest triggered by a corruption investigation into Deputy Prime Minister Belinda Balluku, in Tirana, Albania.
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  • Milhares de pessoas se reuniram na praça principal de Tirana para exigir a renúncia do vice-primeiro-ministro Belinda Balluku, acusada de corrupção.
  • Protestos acabaram em confronto entre manifestantes e a polícia, com bombas de combustível lançadas contra prédios governamentais e uso de bombas de água pela polícia.
  • O 공개 protesto acontece em meio a tensões políticas que se intensificaram desde dezembro, apósBalluku ser indiciada por suposta interferência em licitações de infraestrutura.
  • O Ministério Público Especial pediu à Câmara dos Deputados que retire a imunidade de Balluku para facilitar a prisão.
  • Ainda não está claro quando a Câmara votará ou se votará sobre o assunto, apesar de a maioria ser do partido de governo de Edi Rama.

Anti-governo em Tirana viveu novo dia de protestos violentos nesta terça-feira, 10 de fevereiro. Milhares de manifestantes demandaram a renúncia da vice-primeira-ministra Belinda Balluku, apontada por suspeitas de corrupção em licitações de obras públicas.

Os confrontos foram registrados na praça principal de Tirana, com bandeiras, gritos de oposição e ataques a um prédio do governo. A polícia respondeu com bombas de água enquanto grupos de provocadores lançavam artefatos contra as forças de segurança.

A Procuradoria Especial, encarregada de combater corrupção e crime organizado, pediu à Câmara a retirada da imunidade de Balluku para possível prisão. Ainda não está claro se o Parlamento votará, nem quando.

Contexto e desdobramentos

A pressão política vem crescendo desde dezembro, quando Balluku foi indicada pela Justiça por suposta interferência em licitações de infraestrutura e favorecimento de empresas específicas. Balluku nega as acusações.

Rama, no poder desde 2013, enfrenta um ambiente de instabilidade contínua, marcado por denúncias e tensões entre governo e oposição. A situação pode influenciar o andamento de votações futuras no Legislativo.

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