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Israel irá integrar Conselho da Paz de Trump, diz Netanyahu

Israel assina adesão ao Board of Peace de Trump durante visita a Washington, com foco na reconstrução de Gaza e críticas internacionais

U.S. President Donald Trump and Israeli Prime Minister Benjamin Netanyahu hold a press conference after meeting at Trump’s Mar-a-Lago club in Palm Beach, Florida, U.S., December 29, 2025.
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  • O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu informou, durante visita a Washington, que Israel ingressará no “Board of Peace” criado pelo presidente Donald Trump, em encontro com Trump e o secretário de Estado Marco Rubio.
  • Após a reunião, Netanyahu destacou em X que assinou a adesão de Israel ao Conselho, cujo objetivo inicial era supervisionar a governança temporária de Gaza, com foco na região.
  • O conselho terá a primeira reunião em dezenove de fevereiro, em Washington, para tratar da reconstrução de Gaza.
  • Especialistas afirmam que a ideia de Trump presidir um órgão que supervisiona um território estrangeiro lembra estruturas coloniais; a presença israelense no conselho atrairá críticas, já que não há participação de representantes palestinos.
  • As vozes internacionais reagiram de forma cautelosa; o cessar-fogo em Gaza tem sido violado com múltiplas mortes, com números de vítimas envolvendo centenas de palestinos e alguns soldados israelenses, gerando debates sobre implicações humanitárias e políticas.

Israel vai integrar o que o presidente Donald Trump chamou de Board of Peace, segundo anúncio do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu durante visita a Washington. O encontro foi com Trump e o secretário de Estado, Marco Rubio.

Após a reunião com Rubio, Netanyahu informou pela X que assinou a adesão de Israel ao Board of Peace. O objetivo divulgado é ampliar a supervisão de conflitos globais, com foco inicial em Gaza.

Netanyahu viajou a Washington para tratar de questões relacionadas ao Irã, conforme fontes oficiais locais. O Board foi criado a partir de uma resolução do Conselho de Segurança da ONU aprovada em novembro.

Desdobramentos e contexto

A resolução autoriza o uso de uma força internacional para estabilização em Gaza, onde um cessar-fogo frágil começou em outubro, sob plano de Trump. O Board supervisionaria a governança temporária na faixa.

O primeiro encontro do Board está marcado para 19 de fevereiro, em Washington, para discutir a reconstrução de Gaza. A composição do Board já gera críticas de especialistas em direitos humanos.

Críticos apontam que a presidência de Trump no Board pode soar como uma estrutura colonial. A ausência de representantes palestinos aumenta a expectativa de reação de diversos atores regionais.

Diversos aliados do Ocidente reagiram com cautela à participação de Israel. O cessar-fogo tem registrado violações, com cifras humanas elevadas segundo autoridades de Gaza.

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