- O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, vai pedir a Donald Trump uma posição mais dura nas negociações nucleares com o Irã, durante a reunião na Casa Branca marcada para começar às 11h.
- Trump disse, na véspera, que avalia enviar uma segunda “armada” aos Oriente Médio para pressionar Teerã a chegar a um acordo nuclear.
- Netanyahu está em Washington pela sexta vez desde que Trump assumiu, buscando firmeza norte-americana sobre o programa de mísseis balísticos do Irã.
- Teerã retomou as negociações com Washington na semana passada, em Omã, e avisou sobre influências destrutivas no processo diplomático.
- O presidente iraniano, Masoudd Pezeshkian, afirmou que o país não cederá a exigências excessivas, mas que não busca arma atômica.
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, viajará a Washington para pressionar o presidente dos EUA, Donald Trump, a adotar posição mais firme nas negociações nucleares com o Irã. O encontro na Casa Branca está marcado para começar às 11h, após a agenda ser montada de forma rápida. Netanyahu chega em meio a sinais de maior tensão entre Washington e Teerã.
Segundo a agência AFP, Netanyahu busca também que Trump endureça a postura sobre o programa de mísseis balísticos do Irã. O Irã, que retomou as conversas com os EUA na semana passada, em Omã, já advertiu sobre influências destrutivas na diplomacia. O presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, afirmou que o país não cederá a exigências excessivas, apesar de não buscar armas atômicas.
Trump, por sua vez, indicou, na véspera do encontro, a possibilidade de enviar uma segunda “armada” ao Oriente Médio para pressionar Teerã a fechar um acordo nuclear. Netanyahu já realizou seis visitas aos EUA desde que Trump assumiu o cargo, reforçando o objetivo de alinhamento entre os dois países.
Desdobramentos
Fontes oficiais informam que, além da reunião com Netanyahu, Trump deve se encontrar com o enviado especial ao Reino Unido, Mark Burnett, ainda nesta quarta. O procurador-geral Pam Bondi deve ser questionada por legisladores sobre a condução de processos ligados ao caso Jeffrey Epstein.
Em outra frente, relatos indicam ações de procuradores federais na tentativa de induzir grande júri a indiciar seis legisladores democratas por um vídeo publicado em redes sociais, que supostamente alerta membros das Forças Armadas para obedecer ordens legais.
No âmbito internacional, surgem rumores sobre a repercussão de políticas de Trump em relação a obras de infraestrutura, como uma ponte pública em Detroit, ligando a Windsor. A imprensa destaca discussões entre apoiadores e opositores sobre o tema, ilustrando o clima de tensão política.
Paralelamente, oficiais canadenses e estaduais canadenses explicam a posição de Ottawa sobre a ponte, diante de críticas de Trump. A comunicação enfatiza que o financiamento e a propriedade são compartilhados, buscando esclarecer mal-entendidos apontados pelo presidente norte-americano.
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