- Aproximadamente 3.000 detidos do Estado Islâmico foram transferidos de prisões na Síria para o Iraque, e o processo continua.
- Bagdá está em conversas com alguns países para repatriar esses detidos em breve.
- O ministro das Relações Exteriores do Iraque pediu mais apoio financeiro para lidar com o fluxo.
- Houve alerta de aumento recente de atividades do Estado Islâmico na Síria.
- Em entrevista à Reuters, durante a Conferência de Segurança de Munique, o chanceler também mencionou que a nomeação de Nouri al-Maliki para novo cargo é uma questão interna.
Durante a Conferência de Segurança de Munique, o ministro das Relações Exteriores do Iraque, Fuad Hussein, afirmou que cerca de 3.000 detentos do Estado Islâmico já foram transferidos das prisões da Síria para o Iraque e que o processo continua. Ele mencionou que Bagdá mantém conversas com alguns países para repatriá-los em breve.
Hussein disse ainda que o Iraque precisa de apoio financeiro adicional para lidar com o fluxo de detentos e com os recursos exigidos pela operação. Segundo ele, houve recentemente um aumento na atividade do Estado Islâmico na Síria.
As declarações foram feitas em entrevista à Reuters, em Munique, destacando o cenário de cooperação regional. O ministro ressaltou que as sinalizações dos EUA sobre o tema são levadas a sério pelo governo iraquiano.
Conforme o chanceler, a nomeação de Nouri al-Maliki para retornar ao governo interno é uma questão de política interna do Iraque. A entrevista também abordou a relação de Bagdá com potências estrangeiras na gestão do histórico problema de segurança.
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