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Partido Tisza mantém liderança conforme queda de indecisos, aponta pesquisa

Tisza mantém vantagem de dez pontos sobre Fidesz em pesquisa, com indecisos caindo para 24% antes das eleições de abril

Magyar, leader of the opposition Tisza party holds a rally in Kotcse
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  • Pesquisa Idea Institute, realizada entre 31 de janeiro e 6 de fevereiro, mostra Tisza com 48% dos votos decididos e Fidesz com 38%, diferença de 10 pontos.
  • O número de eleitores indecisos caiu para 24% em relação ao mês anterior.
  • Mi Hazank e Demokratikus Koalicio aparecem com 5% cada, podendo entrar no parlamento.
  • A eleição está marcada para 12 de abril, e o resultado é visto como o maior desafio a Viktor Orbán desde 2010.
  • O Tisza promete combater a corrupção, desbloquear bilhões de euros da União Europeia e fortalecer a integração com a UE e a OTAN.

A pesquisa divulgada nesta sexta-feira mostra que o partido Tisza, da oposição, mantém folga de 10 pontos sobre o governista Fidesz, do primeiro-ministro Viktor Orban, em fevereiro. A sondagem ocorre para as eleições legislativas de 12 de abril, em Budapeste, com o Idea Institute coletando dados entre 31 de janeiro e 6 de fevereiro.

Segundo o levantamento, 48% dos eleitores decididos apoiam o Tisza, ante 38% ao Fidesz, sem variação em relação ao mês anterior. A parcela de indecisos caiu 3 pontos, para 24%. A sondagem aponta ainda que Mi Hazank, bloco de extrema direita, e a Democrata Koalíció, de esquerda, teriam 5% cada, suficientes para entrada no parlamento.

Resultados da pesquisa

A Ideia Institute informou, em publicação nas redes sociais, que parte do eleitorado encontrou um partido para apoiar no último mês, beneficiando também candidaturas menores. O levantamento ressalta o peso de um cenário fragmentado e com maior volatilidade entre eleitores.

Cenário político e impactos

A disputa ocorre em meio a tensões entre o governo e a União Europeia, com Orban frequentemente criticando a narrativa de erosão de valores democráticos defendida pela UE. Enquanto o bloco europeu cobra políticas internas mais democráticas, Orban mantém alinhamentos com alguns aliados e críticas ao conflito na Ucrânia. Pesquisas de institutos pró-governistas apresentam resultados diferentes, com a Nezopont apontando 46% de apoio a Orban e 40% ao Tisza.

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