- Extinction Rebellion afirmou estar sob investigação federal nos EUA e que alguns membros foram visitados por agentes do FBI, incluindo da Joint Terrorism Task Force, no último ano.
- Na noite de 6 de fevereiro, um ex-membro da Extinction Rebellion NYC foi visitado em casa por dois agentes especiais da FBI’s Joint Terrorism Task Force, a 200 miles de Nova York.
- Os agentes questionaram o envolvimento do ex-membro com o capítulo de Nova York; o próprio ex-membro encaminhou perguntas ao advogado.
- Em março de 2025, agentes identificando-se como FBI tentaram falar com seis ativistas ligados à Extinction Rebellion Boston, sem seguir com contatos.
- O FBI não comentou sobre o alcance das ações; ativistas de direitos civis alertam para impactos à liberdade de expressão diante de medidas adotadas pela administração Trump.
Um grupo ambiental informou ter sido alvo de uma investigação federal dos EUA por terrorismo. A Extinction Rebellion (XR) afirmou ainda que alguns de seus membros foram visitados por agentes do FBI no último ano.
Na noite de 6 de fevereiro, dois agentes da Joint Terrorism Task Force teriam visitado um ex-membro da XR NYC na residência, a cerca de 320 km de Nova York. Segundo a organização, os agentes perguntaram sobre a participação do ex-integrante na seção de Nova York.
A XR também informou que, em março de 2025, agentes identificados como do FBI tentaram falar com seis ativistas ligados à XR Boston, sem que houvesse retorno posterior.
O FBI, por meio de nota oficial, disse não poder confirmar nem negar investigações específicas, citando política do Departamento de Justiça. A instituição não detalhou o alcance das ações mencionadas pela XR.
A discussão sobre atuação de governos em protestos ganhou espaço em debates públicos, com críticas a medidas de repressão a protestos e aos seus impactos sobre a liberdade de expressão. A narrativa envolve também o discurso de autoridades sobre segurança nacional e extremismo.
A Extinction Rebellion descreve-se como movimento descentralizado, internacional e politicamente não partisan, que utiliza ações diretas não violentas para pressionar governos a agir diante da crise climática. A organização já contou com participação de figuras públicas relacionadas ao movimento.
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