- Lula chega a Nova Délhi com uma grande delegação para encontro com o primeiro-ministro Narendra Modi, com foco em terras raras e inteligência artificial.
- A reunião entre Lula e Modi está marcada para o sábado, vinte e um, com intenção de ampliar as oportunidades de comércio entre os dois países.
- O Brasil vê a Índia como mercado pouco explorado para algodão, sementes, óleo de soja e minerais; o comércio bilateral em 2024 foi superior a 12 bilhões de dólares.
- A parceria entre Brasil e Índia é destacada como estreita e multifacetada, com revisão da pauta bilateral prevista durante as conversas.
- Na véspera, Lula participa de cúpula global sobre IA em Nova Délhi, defendendo regulamentação para conter desinformação; as negociações dos Brics também devem discutir tarifas dos Estados Unidos.
Lula chega a Nova Délhi com uma grande delegação visando encontros com o primeiro-ministro Narendra Modi. O presidente brasileiro participa de reuniões programadas para o sábado, 21, com foco em terras raras e inteligência artificial. A viagem também visa ampliar oportunidades comerciais entre Brasil e Índia.
A comitiva inclui mais de 10 ministros e uma ampla delegação de empresários. A agenda contempla fortalecer relações bilaterais e ampliar o comércio, já que a Índia é apontada como mercado relevante para algodão, sementes, óleo de soja e minerais brasileiros. O Brasil vê a Índia como mercado pouco explorado.
Encontro com Modi e contexto regional
A reunião entre Lula e Modi ocorre em meio a um contexto de cooperação e interesse comum no Sul Global. A Índia, com 1,4 bilhão de habitantes, projeta tornar-se a quarta maior economia mundial. As conversas devem abordar também o papel de ambos em organizações multilaterais e cooperação tecnológica.
Cúpulas e Brics
Na véspera, quinta-feira, 19, Lula participa de uma cúpula global sobre IA em Nova Délhi, com foco em regulamentação para reduzir desinformação. Além disso, as discussões do Brics devem tratar de impactos das tarifas norte-americanas sobre economia global e de uma possível resposta coordenada entre os países do bloco.
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