- Trabalhadores marítimos argentinos da federação FESIMAF iniciaram nesta quarta-feira uma greve de 48 horas que afeta navios de carga.
- A greve envolve operações de carregamento e descarregamento de mercadorias.
- O movimento é um protesto contra o projeto de reforma trabalhista promovido pelo presidente Javier Milei.
- O objetivo é pressionar o governo e o Congresso a reconsiderar as mudanças propostas na legislação trabalhista.
O sindicato dos trabalhadores marítimos da Argentina, FESIMAF, informou que iniciou nesta quarta-feira uma greve de 48 horas. O movimento afeta navios de carga e operações portuárias. A ação acontece para reivindicar mudanças no regime trabalhista.
A paralisação envolve atividades de carregamento e descarregamento de cargas nos portos do país. Os grevistas protestam contra o projeto de reforma trabalhista promovido pelo presidente Javier Milei. A paralisação é nacional, segundo a federação.
O objetivo é pressionar o governo a apresentar propostas que atendam às reivindicações dos trabalhadores. Não houve confirmação imediata de impactos por autoridades portuárias, mas a greve já sinaliza interrupções logísticas.
Impacto nas operações portuárias
Em portos de grande movimento, como Buenos Aires, a logística pode sofrer atrasos. A FESIMAF afirmou que a adesão é ampla entre trabalhadores marítimos. Não houve indicação de encerramento antecipado da greve.
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