- Ucrânia impôs um pacote de sanções contra o presidente Alexander Lukashenko, em retaliação ao apoio de Minsk à guerra da Rússia.
- O presidente Zelenskiy afirmou que vai intensificar contramedidas contra todas as formas de apoio de Lukashenko para a morte de ucranianos.
- Minsk é acusada de facilitar ataques russos com drones e de permitir a instalação de estações de relé no segundo semestre de 2025 para controlar drones.
- A fronteira entre Ucrânia e Bielorrússia tem mais de mil quilômetros; não houve combates ativos, mas Lukashenko foi proibido de entrar na Ucrânia.
- A medida é vista como simbólica, embora Zelenskiy diga que vai trabalhar com parceiros para ter efeito global.
Ukraine impôs um conjunto de sanções contra o presidente bielorrusso Alexander Lukashenko, nesta quarta-feira, como resposta à atuação de Minsk a favor da Rússia na guerra. A medida visa intensificar contramedidas contra o suporte do governo belarusso aos ataques.
O anúncio foi feito pelo governo ucraniano, que informou que as sanções atingem Lukashenko e parceiros próximos, em retaliação ao apoio logístico e estratégico prestado pela Bielorrússia à Rússia. Kiev citou uso de território bielorrusso para facilitar operações russas.
Segundo fontes oficiais, Minsk ajudou a amplificar ataques com drones contra a Ucrânia e permitiu a instalação de estações de retransmissão no segundo semestre de 2025 para orientar as ações sobre território ucraniano. A medida incluiu a proibição de entrada de Lukashenko na Ucrânia.
A Bielorrússia mantém uma fronteira de mais de 1.000 quilômetros com a Ucrânia e é apontada como aliada próxima da Rússia. Kiev destaca que o apoio envolve também componentes de mísseis usados em ataques a infraestruturas energéticas e ferrovias.
Embora a ofensiva armada na fronteira permaneça em relativa estabilidade, o governo ucraniano afirmou que o país continuará trabalhando com parceiros para ampliar o efeito das sanções em âmbito global. A decisão foi anunciada em meio a tensões crescentes na região.
Contexto adicional aponta que, internacionalmente, Belarus já enfrenta sanções de Estados Unidos e da União Europeia. As autoridades ucranianas ressaltaram a importância de ações coordenadas com aliados para conter a influência de Minsk sobre Moscou.
A reação belarrussa não teve resposta imediata anunciada pela presidência. Kiev indicou que as medidas visam pressionar Minsk a cessar o apoio logístico e as atividades que favorecem os ataques contra a Ucrânia.
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