- Bayer afirma que decreto do governo dos Estados Unidos, sob a Lei de Produção de Defesa, busca garantir o fornecimento de glifosato no mercado interno e não afeta outros países.
- A empresa disse que a medida não resultaria em escassez no mercado externo.
- A Bayer é a única fabricante de glifosato nos Estados Unidos; o setor agrícola também importa cópias genéricas da China.
- A Bayer concordou em pagar até US$ 7,25 bilhões para encerrar milhares de ações judiciais alegando que o herbicida causa câncer.
- A Suprema Corte dos Estados Unidos concordou em julgar recurso que poderia limitar a responsabilidade da Bayer, decisão ocorrendo após o governo de Donald Trump apoiar a visão de precedência da regulamentação federal.
Bayer afirma que decreto dos EUA não provocará desabastecimento de glifosato globalmente. A medida, que invoca a Lei de Produção de Defesa, busca garantir o fornecimento no mercado norte-americano, segundo a empresa alemã. O comunicado aponta que o foco é o abastecimento interno e não afeta outros países.
A empresa lembra que, nos EUA, é o principal produtor de glifosato. O setor agrícola do país também importa grandes volumes de cópias genéricas oriundas da China. A Bayer destaca que, fora dos EUA, a oferta segue regular.
Ação: Bayer citou pressões regulatórias que, em agosto, poderiam ter levado à interrupção da produção nos EUA caso não houvesse mudanças para evitar litígios. A empresa afirmou que não há efeito previsível de ruptura no mercado global.
Contexto de litígios: a Bayer está negociando um acordo de até 7,25 bilhões de dólares para resolver milhares de ações civis. As acusações envolvem alegações de que o herbicida cause câncer, questionamento que a empresa nega.
Pontos legais: a Bayer conseguiu levar um caso à Suprema Corte dos EUA, buscando reduzir a responsabilidade em ações movidas por usuários. A decisão ocorreu após o governo de Donald Trump apoiar a visão de que a regulamentação federal deve prevalecer sobre leis estaduais.
Panorama regulatório e impactos
A empresa mantém que a regulação norte-americana tem prioridade sobre normas locais, mas que isso não implica desabastecimento em outros mercados. A Bayer reiterou o compromisso com o fornecimento estável do herbicida em nível global, independentemente de medidas adotadas nos EUA.
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