- A União Europeia quer abrir as negociações de adesão da Ucrânia o quanto antes, sem definir uma data, enfatizando que não se pode perder o impulso.
- A central nuclear de Zaporizhzhia opera apenas com a linha externa restante após a perda de uma segunda linha, segundo a Agência Internacional de Energia Atômica.
- Um relatório de inteligência ao parlamento do Quênia indica que mais de mil quenianos foram recrutados para lutar pela Rússia na guerra da Ucrânia.
- O ministro da Defesa da Polônia disse que aliados europeus, sobretudo Itália, França e Espanha, precisam aumentar os gastos com defesa para ganhar mais seriedade dos Estados Unidos.
- A Suécia anunciou 12,9 bilhões de coroas suecas em ajuda militar à Ucrânia, com foco principal em defesa aérea.
O presidente do Conselho Europeu, António Costa, afirmou que a União Europeia está ansiosa para iniciar as negociações de adesão da Ucrânia à UE “o mais rápido possível”, sem fixar data. Ele ressaltou que não se pode perder o impulso, durante passagem por Oslo.
O comunicado reforça a urgência europeia, enquanto o governo norte-americano aponta a adesão de Kyiv à UE como meta para 2027. Especialistas veem esse prazo como improvável, com Costa descrevendo apenas que o objetivo é manter o ritmo.
A representante da Ucrânia e autoridades da UE devem monitorar avanços diplomáticos, com foco na aceleração de etapas técnicas e políticas. A atmosfera permanece de apoio, sem confirmação de cronograma.
Planta de Zaporizhzhia depende de linha externa
A Usina nuclear de Zaporizhzhia, controlada pela Rússia, opera com apenas uma linha de energia externa após a perda de uma linha de backup na última semana, segundo a IAEA. A central é europeia e possui seis reatores.
O diretor-geral da IAEA, Rafael Grossi, informou que a linha Ferrosplavna-1 caiu em 10 de fevereiro, possivelmente devido a atividade militar. A usina continua alimentada pela linha Dniprovska, informou a agência.
Maior envolvimento de África e defesa europeia
Mais de 1.000 quenianos teriam sido recrutados por redes para lutar ao lado da Rússia na guerra, segundo relatório de inteligência apresentado ao parlamento do país. O número representa aumento significativo em relação a dados de 2023.
Kimani Ichung’wah, líder da maioria na Assembleia Nacional, citou recrutadores e indivíduos em Kenya que continuam enviando cidadãos para o conflito. A veracidade dos números é acompanhada por autoridades locais.
Polônia defende maior investimento europeu em defesa para fortalecer parcerias com os EUA, afirmou o ministro Wladyslaw Kosiniak-Kamysz. A ideia é que maior investimento europeu leve a maior reconhecimento americano em áreas estratégicas.
Sweden aumenta apoio à Ucrânia
A Suécia anunciou 12,9 bilhões de coroas (aprox. 1,4 bilhão de dólares) em ajuda militar a Kyiv, centrada em defesa antimísseis e capacidades aéreas. O pacote é descrito como o terceiro maior já fornecido pela Suécia.
Belarus, aliado próximo da Rússia, disse que pretendia participar da reunião inaugural do Conselho de Paz de Donald Trump, mas não conseguiu vistos. O país enfrenta sanções ocidentais por direitos humanos.
O ministro das Relações Exteriores de Belarus, Maxim Ryzhenkov, afirmou que a falta de vistos impede participação formal no encontro, questionando o futuro do diálogo proposto.
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