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Militantes suspeitos de Lakurawa matam 34 em ataques coordenados na Nigéria

Ataques coordenados de militantes Lakurawa deixam ao menos 34 mortos em vilarejos de Kebbi; moradores fogem e forças iniciam rastreamento

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  • Pelo menos trinta e quatro pessoas foram mortas na terça-feira em ataques coordenados de supostos militantes Lakurawa em várias aldeias rurais no estado de Kebbi, norte da Nigéria.
  • Os ataques ocorreram em aldeias na região fronteiriça remota, com armascentroções descritas como organizadas e indiscriminadas por sobreviventes.
  • A lista de vítimas incluiu dezesseis em Mamunu, cinco em Awashaka, três em Masama e duas em outras cinco aldeias.
  • Moradores fugiram enquanto os gunmen invadiam casas; forças de segurança entraram na área para proteger comunidades, socorrer sobreviventes e cortar rotas de fuga.
  • Operações de rastreamento estão em andamento para localizar os militantes.

Um ataque coordenado de militantes suspeitos do grupo Lakurawa deixou pelo menos 34 mortos na terça-feira, em várias vilas no estado de Kebbi, no noroeste da Nigéria. O ataque ocorreu de forma simultânea, tentando sobrecarregar as defesas locais e forçar a fuga de moradores, segundo um relatório de segurança consultado pela Reuters.

De acordo com o mesmo levantamento, 16 mortos ocorreram em Mamunu, 5 em Awashaka, 3 em Masama e 2 em cada um de outros cinco vilarejos. As ações foram descritas por sobreviventes como ataques organizados, com tiros indiscriminados em residências.

Lakurawa é um grupo insurgente recém-formado, ativo principalmente em Kebbi e Sokoto. A origem e o objetivo do grupo estão sendo avaliados pelas autoridades, que mencionam ações anteriores semelhantes na região.

As forças de segurança deslocaram-se para a área para proteger comunidades, socorrer sobreviventes e bloquear rotas de fuga dos militantes. A operação de rastreamento está em andamento para localizar suspeitos e interromper novas incursões.

Fonte: relatório de segurança citado pela Reuters, com informações de jornalistas presentes em Maiduguri.

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