- O presidente dos EUA, Donald Trump, vai presidir a primeira reunião do Conselho da Paz, com perguntas sobre Gaza ainda sem resposta, em evento com representantes de mais de 45 nações.
- Entre as questões estão a desmilitarização do Hamas, o tamanho do fundo de reconstrução e o fluxo de ajuda humanitária para Gaza.
- Trump deve falar ao grupo no Donald J. Trump U.S. Institute of Peace, em Washington, e anunciar que países participantes reuniram 5 bilhões de dólares para o fundo de reconstrução.
- Segundo uma autoridade dos EUA, 1,2 bilhão de dólares deve vir cada, aproximadamente, dos aliados do Golfo, Emirados Árabes Unidos e Kuwait.
- O Conselho de Paz é alvo de controvérsia por incluir Israel sem representantes palestinos; também pode abordar desafios além de Gaza, gerando inquietação sobre o papel da ONU. Além disso, vários países planejariam envio de milhares de tropas para uma Força Internacional de Estabilização.
Trump presidirá a primeira reunião do Board of Peace nesta quinta-feira, em Washington, no Donald J. Trump U.S. Institute of Peace. O encontro reunirá representantes de mais de 45 países, com foco em Gaza e na atuação do conselho.
Entre os temas, está a desmilitarização de militantes do Hamas, o tamanho do fundo de reconstrução e o fluxo de ajuda humanitária à população de Gaza. decisões que devem testar a eficácia do conselho nas próximas semanas e meses.
O presidente anunciará que diversos países já contribuíram com o fundo de reconstrução, cuja doação total chega a 5 bilhões de dólares. Entre os apoiadores, Emirados Árabes Unidos e Kuwait teriam contribuído com 1,2 bilhão de dólares cada.
Segundo uma autoridade norte-americana, o fundo deverá servir como entrada para cifras ainda maiores no futuro. A iniciativa envolve a criação de um Fundo de Reconstrução para Gaza, sem previsão de desembolsos imediatos.
O Board of Peace é alvo de controvérsias por incluir Israel, mas não representantes palestinos. Analistas temem que a iniciativa possa reduzir o papel da ONU como plataforma diplomática global.
Além disso, autoridades dos EUA indicam que várias nações planejam enviar tropas para uma Força Internacional de Estabilização. O objetivo é manter a paz em Gaza, embora a atuação ainda não tenha data definida.
A desmilitarização de Hamas permanece um ponto crítico, dificultando o início da missão de paz. O grupo palestino tem resistido de entregar armamentos, temendo retaliações de Israel, conforme o panorama do acordo de cessar-fogo obtido em outubro.
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