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Ajuda alimentar na Somália pode parar em semanas por falta de financiamento

Ajuda alimentar na Somália pode cessar em abril sem novos recursos, atingindo 4,4 milhões e exigindo US$ 95 milhões para sustentar operações de março a agosto

Internally displaced Somali women carry their relief packages after receiving dry relief food from Kuwait charity, during the Muslim holy fasting month of Ramadan, in Mogadishu, Somalia March 12, 2025. REUTERS/Feisal Omar/File Photo
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  • O Programa Mundial de Alimentos das Nações Unidas alertou que a ajuda alimentar e nutricional em Somália pode parar até abril sem novo financiamento.
  • Cerca de 4,4 milhões de pessoas enfrentam insegurança alimentar em nível de crise, com quase 1 milhão em fome severa.
  • A extensão do problema é fruto de secas repetidas, conflitos e queda de financiamento humanitário.
  • A WFP já reduziu a assistência de 2,2 milhões de pessoas para pouco mais de 600 mil, incluindo programas de nutrição para gestantes, lactantes e crianças pequenas.
  • A organização busca 95 milhões de dólares para manter operações de março a agosto e evitar consequências humanitárias, de segurança e econômicas.

Internos deslocados em Mogadíu sofrem com a possibilidade de interrupção da ajuda alimentar na Somália. A OMP (WFP) afirma que a assistência alimentar e nutricional pode parar até abril se não houver novo aporte financeiro, colocando milhões em risco. A situação ocorre em meio a secas recorrentes, conflitos e queda de doações.

A agência informa que cerca de 4,4 milhões de pessoas enfrentam insegurança alimentar em nível de crise, com quase um milhão em fome severa. Segundo a WFP, o agravamento é resultado de falhas nas chuvas, violência e financiamento humanitário em declínio.

A Somália declarou emergência de seca em novembro, após várias temporadas de chuvas abaixo da media. Países da região também sofreram impactos, aumentando a pressão sobre a ajuda humanitária.

Escassez de recursos e alcance da redução

A WFP disse ter reduzido o atendimento de 2,2 milhões para pouco mais de 600 mil pessoas neste ano, devido à carência de recursos. Programas nutricionais para gestantes, lactantes e crianças pequenas também foram fortemente reduzidos.

A organização destaca que o rompimento total da assistência traria consequências devastadoras para a população, com reflexos que podem se estender além das fronteiras da Somália. O pedido de financiamento urgente é de 95 milhões de dólares para sustentar operações entre março e agosto.

Origem do pedido e próximos passos

Ross Smith, diretor de emergências da WFP, afirmou que a deterioração é preocupante e que a falta de apoio emergencial agrava a crise já existente. A agência negocia recursos adicionais para evitar uma reversão dos ganhos recentes na luta contra a fome.

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