- A Câmara dos Deputados da Argentina aprovou, na madrugada de sexta-feira, a proposta de reforma trabalhista defendida pelo presidente libertário Javier Milei.
- A medida ocorreu após greve nacional de sindicatos contrários às mudanças, que paralisou parcialmente o país.
- A reforma já tinha passado pelo Senado na semana anterior, com 135 votos a favor e 115 contra.
- Com algumas alterações, o projeto volta ao Senado para votação final antes de virar lei.
- A cobertura é de Reuters, com reportagem de Nicolas Misculin e edição de Christian Schmollinger.
A Câmara dos Deputados da Argentina aprovou na madrugada de sexta-feira um projeto de reforma trabalhista, defendido pelo governo libertário do presidente Javier Milei. A aprovação ocorreu mesmo com paralisação nacional de sindicatos contrários às mudanças, que paralisaram partes do país.
O texto já tinha sido aprovado pelo Senado na semana anterior, apurou a Reuters. Com 135 votos a favor e 115 contra, a proposta deverá retornar ao Senado para votação final antes de virar lei, conforme o processo legislativo.
A reforma busca estimular investimento e acelerar o crescimento, segundo o governo. Sindicatos afirmam que a medida reduz direitos trabalhistas e contestam impactos sobre trabalhadores e negociações coletivas.
Próximo passo
Aguardam-se os desdobramentos da tramitação no Senado, com decisão sobre a redação final e a eventual promulgação do projeto, que entraria em vigor mediante publicação oficial.
- Participantes: Câmara dos Deputados, Senado e o governo de Milei
- Local: Buenos Aires, Argentina
- Data: 12 de fevereiro de 2026
Fonte: Reuters.
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