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Espanha pede à UE fim das sanções ao presidente venezuelano após anistia

Ministro espanhol pede à UE que levante sanções contra Delcy Rodríguez após aprovação de indulto limitado para presos na Venezuela

Venezuela's interim President Delcy Rodriguez speaks after receiving the text of the amnesty law meant to grant immediate clemency to individuals jailed for participating in political protests following its approval, at Miraflores Palace, in Caracas, Venezuela, February 19, 2026. REUTERS/Leonardo Fernandez Viloria
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  • Espanha pediu à União Europeia que retire as sanções impostas à presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, após aprovação de uma lei de amnistia limitada para certos prisioneiros.
  • A amnistia foi aprovada pela Assembleia Legislativa, controlada pelo governo, e grupos de direitos humanos dizem que beneficia prisioneiros políticos.
  • Rodríguez assumiu o poder no mês passado após a saída dos Estados Unidos de Nicolás Maduro e liberou centenas de pessoas para normalizar as relações, conforme exigência da administração Trump.
  • O ministro espanhol das Relações Exteriores, José Manuel Albares, afirmou que sanções devem servir para viabilizar um diálogo amplo, pacífico e democrático.
  • A Comissão Europeia disse estar pronta a usar ferramentas à disposição para apoiar a transição democrática na Venezuela; as sanções da UE foram impostas desde 2017 e incluem medidas contra autoridades venezuelanas.

O ministro espanhol das Relações Exteriores pediu à União Europeia que retire as sanções impostas a Delcy Rodríguez, presidente interina da Venezuela, após a aprovação de um projeto de amnistia para certos prisioneiros. A declaração ocorreu nesta sexta-feira, em Madrid, visando a normalização das relações entre os dois países.

Rodríguez assumiu o poder no mês passado após a saída do presidente Nicolás Maduro, segundo o registro de autoridades. Ela tem sinalizado alinhamento com demandas da administração de Trump, inclusive sobre vendas de petróleo, e liberou centenas de pessoas classificadas por grupos de direitos humanos como prisioneiros políticos.

Albares disse que as sanções devem servir para facilitar um diálogo amplo, pacífico e democrático. Em Barcelona, ele afirmou que a UE pode enviar um sinal de que o país está em um caminho positivo na nova fase. O contato rodou em torno do objetivo de transição política.

Contexto das sanções

A UE impôs sanções a Venezuela em 2017, incluindo embargo a armas e restrições a equipamentos de vigilância. Em 2018, ampliou as medidas para 11 altos dirigentes, incluindo Rodríguez, sob acusações de violações de direitos humanos e de minar a democracia.

Ao aprovar o projeto de amnistia, o Legislativo venezuelano, dominado pelo governo, foi reivindicado por grupos de direitos humanos como insuficiente para aliviar centenas de prisioneiros políticos. Caracas nega que haja prisioneiros políticos e afirma que os detidos cometeram crimes.

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