- Andrew Mountbatten-Windsor, irmão do rei Charles, foi detido pela polícia para apurar possível crime envolvendo o repasse de documentos do governo a Jeffrey Epstein; ainda não há acusação formal.
- Ferguson, ex-esposa de Andrew, não aparece em público há meses e teve relação próxima com Epstein, conforme e-mails publicados.
- Trechos dos e-mails mostram que Epstein era visto por Ferguson como apoio emocional e, em alguns momentos, como suporte financeiro; ela também sugeriu que poderia organizar casas dele.
- Várias instituições de caridade já encerraram vínculos com Ferguson em setembro, após novas informações sobre sua amizade com Epstein.
- Ferguson continuou morando no Royal Lodge, em Windsor, até outubro do ano passado, quando o casal foi solicitado a se afastar de títulos reais; ela vem buscando criar seus próprios arranjos de vida desde então.
Andrew Mountbatten-Windsor, o irmão mais novo do rei Charles, foi detido na quinta-feira durante investigação sobre possível crime de divulgação de documentos governamentais a Jeffrey Epstein, quando atuava como enviado comercial. Ele não foi acusado formalmente. Foi visto cabisbaixo ao deixar a delegacia após ficar o dia inteiro detido. O duque nega irregularidades e afirma arrepender-se da amizade com Epstein.
Ferguson, ex-esposa de Andrew, não é vista publicamente há meses. Documentos mostram que mantinha relação próxima com Epstein, buscando apoio emocional e, em alguns casos, financeiro. Emails, atribuídos a uma pessoa chamada “Sarah”, revelam mensagens nas quais Epstein era tratado como companheiro próximo.
Os relatos indicam que Epstein era visto por Ferguson como alguém com quem mantinha laços afetivos fortes, incluindo propostas de casamento. Ela também sugeriu que poderia ajudar na organização de propriedades do magnata.
Contexto e desdobramentos
Ferguson morava no Royal Lodge, residência de Andrew, até outubro do ano passado, quando Charles mandou que ele deixasse o título de príncipe. Uma fonte real disse que Ferguson começaria a se reorganizar sozinha.
A imprensa brasileira não tem informações oficiais adicionais, mas reportagens citam que Ferguson passou um tempo nos Emirados Árabes e pode estar com as filhas em outros locais. Ambos possuem apartamentos em Londres e casas de segunda residência no sul da Inglaterra e em Portugal.
Antes do atual episódio, Ferguson tinha passado por processos de reintegração na família real, buscando reduzir o estigma público. Em 2010, houve escândalo envolvendo acesso a Andrew por meio de pagamento de 500 mil libras, ao que a antigo relacionamento respondeu com pedido de desculpas.
Em recente entrevista, Ferguson descreveu seu envolvimento com Epstein como um erro de julgamento de grande proporção, segundo reportagens da época. Documentos divulgados posteriormente indicam que, em privado, ela não reconheceu ter usado a expressão atribuída a Epstein.
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