- Marruecos foi o primeiro país árabe a enviar militares e policiais para Gaza, em apoio à força internacional liderada pelos Estados Unidos.
- O envio inclui agentes de segurança, altos comandos e um hospital de campanha, com atuação prevista na operação de estabilização da região.
- Não foram divulgadas cifras oficiais sobre o número de policiais, militares de alta graduação ou o montante de contribuição financeira de Marruxe para Gaza.
- Outros países de maioria islâmica também participam; a Indonésia confirmou o desembolso de 8 mil soldados entre os 20 mil previstos, e vários países contribuíram com bilhões de dólares para a missão, conforme anunciado por Donald Trump.
- A missão pretende desarmar milícias e pode envolver tarefas de segurança nas fronteiras e escolta de ajuda humanitária; Marruecos também propõe um programa de desradicalização para a região.
Marruecos se tornou o primeiro país árabe a anunciar o envio de militares e policiais à Faixa de Gaza, após apoio público de Donald Trump ao Sáhara Ocidental. Rabat confirmou o envio de agentes de segurança, oficiais de alta patente e um hospital de campanha para a força internacional liderada pelos EUA.
A decisão ocorre em meio a um cessar-fogo entre Israel e Hamas e a promessa de participação na Junta de Paz. O anúncio incluiu a criação de um hospital militar de campanha e a participação de Marruecos em tarefas de estabilização na fronteira diária de Gaza.
Nasser Burita, ministro das Relações Exteriores de Marruecos, informou que o país se soma a outras nações islâmicas na contribuição para a missão, sem detalhar números de policiais ou militares nem o montante financeiro.
Desdobramentos e participação internacional
Além de Marruecos, Indonésia confirmou o envio de 8 mil dos 20 mil militares previstos, e outros países aportam fundos à operação, conforme acordos com a liderança da Junta de Paz. A medida envolve apoio financeiro e logística para a missão multinacional.
Alguns aliados próximos, como Egito e Jordânia, limitaram-se a formar policiais no enclave, sem participação direta em ações de combate. Arabia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Qatar, Kuwait e Baréin também contribuem, principalmente financeiramente.
A missão tem o objetivo de desarmar milícias e facilitar a entrega de ajuda humanitária. A expectativa é que as tropas marroquinas atuem em segurança de fronteiras e escolta de transporte humanitário, conforme a linha traçada pela força internacional.
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