- Novo México reabre investigação criminal sobre o rancho Zorro de Jeffrey Epstein após pressão pública para entender o papel do local no esquema de tráfico sexual, ordenado pelo Procurador-Geral Raúl Torrez.
- Investigação anterior foi encerrada em 2019, a pedido de promotores federais de Nova York que conduziam outra apuração relacionada ao caso.
- Autoridades dizem que novos documentos do FBI, antes sigilosos, justificam uma nova análise e que os agentes buscarão acesso completo ao arquivo federal não redigido.
- A Assembleia do Novo México aprovou a criação de uma “truth commission” para investigar o que ocorreu no rancho de 7,560 acres, com relatório previsto até o fim do ano.
- A governadora Michelle Lujan Grisham elogiou as medidas, afirmando que podem trazer maior responsabilidade às vítimas.
O Novo México vai reabrir a investigação sobre o Rancho Zorro, de Jeffrey Epstein, após pressão pública para esclarecer o papel do local na rede de tráfico sexual do financiero. A reabertura foi ordenada pelo procurador-geral Raúl Torrez, após revisão de informações do Departamento de Justiça dos EUA.
O estado encerrou a apuração em 2019, a pedido de promotores federais de Nova York que cuidavam da segunda investigação do caso Epstein. Segundo o Departamento de Justiça do Novo México, novos relatos revelados nos arquivos do FBI justificam a continuidade da investigação.
Especialistas e promotores do estado devem ter acesso imediato ao arquivo federal na íntegra, sem redigidos, para aprofundar a análise. A autuação busca esclarecer se houve atividade ilegal no rancho, onde algumas vítimas alegaram tráfico de pessoas.
Nesta semana, a legislatura do Novo México aprovou a criação de uma comissão da verdade sobre o Epstein no Rancho Zorro, com prazo para entregar um relatório completo ao final do ano. O rancho tem 7.560 acres e foi alvo de controvérsia envolvendo o esquema de tráfico.
O governo estadual afirma que a renovação da busca seguirá as evidências, avaliando competências administrativas e preservando provas relevantes. A governadora Michelle Lujan Grisham celebra as ações como forma de responsabilização das vítimas e maior transparência.
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