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Estudantes iranianos começam novo semestre com protestos

Estudantes iranianos iniciam novo semestre com protestos em várias universidades e confrontos com grupos pró-governo, em meio a tensões após protests nacionais

People walk near a mural featuring images of Iran's Supreme Leader Ayatollah Ali Khamenei and leader of Iran's 1979 Islamic Revolution Ayatollah Ruhollah Khomeini, on a street in Tehran, Iran, February 17, 2026.
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  • Estudantes realizaram protestos em várias universidades iranianas no início do novo semestre, com confrontos envolvendo grupos pró-governo.
  • Os protestos coincidiram com cerimônias de luto de 40 dias pelos mortos nas manifestações anti-governo do mês passado.
  • Um vídeo de Sharif University of Technology, em Teerã, mostra manifestantes condenando o líder supremo Ayatollah Ali Khamenei e pedindo que Reza Pahlavi seja o novo monarca.
  • Agências estatais divulgaram imagens de confrontos, com estudantes feridos por protestos que teriam atingido a milícia voluntária Basij.
  • Protests também ocorreram em Beheshti, Amir Kabir e Mashhad University; em Abdanan, manifestantes entraram em coro com “Morte ao Khamenei” após a prisão de uma professora ativista.

DUBAI, 21 de fev. — Estudantes fizeram protestos em várias universidades iranianas no início de um novo semestre, neste sábado. Em alguns locais, houve confrontos com grupos pró-governo, segundo agências locais e vídeos nas redes sociais.

Os protestos ocorrem durante cerimônias de luto realizadas 40 dias após as mortes de manifestantes durante as mobilizações anti-governo ocorridas no mês passado, as mais graves desde a Revolução Islâmica de 1979. Veículos oficiais divulgaram imagens de confrontos envolvendo estudantes.

Universidade Sharif e outras instituições

Vídeos divulgados pela imprensa estatal mostram supostos participantes em frente à Universidade de Tecnologia Sharif, em Teerã, criticando o Líder Supremo, Ayatolá Ali Khamenei, e pedindo que Reza Pahlavi assuma o poder. Brigas entre estudantes e milícia Basij aparecem em registros não confirmados pela Reuters.

Protestos também foram registrados em Beheshti e Amir Kabir, ambas em Teerã, e na Universidade de Mashhad, no nordeste, conforme transmissões de grupos de direitos humanos. Há divergências sobre a veracidade de algumas imagens.

Abdanan e repercussões locais

Na cidade ocidental de Abdanan, houve cânticos contra o líder e o regime após a prisão de uma professora ativista, segundo o grupo Hengaw e publicações nas redes. A região é apontada por organizações de direitos humanos como um foco recorrente de protestos.

As informações de hoje chegam com atenção a relatos não verificados de agências locais e ONGs, movimentando o debate sobre a resposta das autoridades às manifestações. O acompanhamento de fontes independentes permanece essencial para o panorama completo.

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