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China pede aos EUA cancelamento de novos aranceles unilaterais

China pede aos EUA cancelarem tarifas unilaterais e afirma que guerra comercial não gera ganhos, assegurando proteção de seus interesses ante novas medidas americanas

Terminal de contenedores del puerto de Qingdao, en la provincia china de Shandong, el pasado viernes.
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  • China pediu aos Estados Unidos que cancelem sanções tarifárias unilaterais e afirmou que protegerá seus interesses diante de medidas alternativas, como investigações comerciais, que Washington pode adotar para manter os aranceles.
  • Pequim diz que guerras comerciais não costumam trazer ganhos para nenhuma das partes e mantém oposição a aumentos unilaterais de tarifas.
  • O contexto envolve ataques tarifários anteriores e a decisão do Supremo Tribunal dos EUA, que derrubou parte dos aranceles recíprocos, gerando um novo cenário para as negociações com a China.
  • A visita de Donald Trump à China, prevista para o fim de março, é vista sob o risco de pressionar o equilíbrio entre os acordos de trégua anteriores e novas medidas anunciadas pela Casa Branca, incluindo aranceles de quinze por cento.
  • O governo chinês afirmou que medidas unilateralmente impostas pelos EUA violam normas comerciais internacionais e que a cooperação entre ambas as nações é benéfica, enquanto a confrontação é prejudicial.

A China convocou os Estados Unidos a cancelarem os novos aranceles unilaterais, afirmando que ninguém sai ganhando em uma guerra comercial. Pequim afirmou que protegerá seus interesses diante de medidas alternativas planejadas pela gestão de Donald Trump para manter as tarifas.

Em comunicado do Ministério de Comércio, a China disse ter tomado nota da decisão do Tribunal Supremo e que avalia o conteúdo e o impacto da medida. O país reforçou que se opõe a aumentos unilaterais e manteve posição de que protecionismo não traz resultados positivos.

A decisão judicial ocorreu em meio a tensões geradas pela disputa tarifária entre as duas maiores economias. Em novembro passado, Trump e Xi Jinping anunciaram suspensão de 12 meses de aranceles recíprocos, além de ajustes em tarifas sobre fentanilo.

Reação de Pequim e próximos passos

O governo chinês chamou a atenção para o uso de medidas como investigações comerciais para sustentar tarifas, mesmo após o veredito. A China disse que acompanhará a situação de perto e defenderá seus interesses.

O contexto envolve a visita de Trump a Pequim, prevista para o fim de março, que pode testar o equilíbrio diplomático após o revés institucional aos aranceles de Washington. Analistas avaliam impactos potenciais sobre fluxo comercial e negociações futuras.

Antes da decisão, o governo chinês já havia reiterado que medidas unilaterais violam normas comerciais e leis nacionais, e que a cooperação entre Washington e Pequim traz benefícios a ambos, enquanto a confrontação é prejudicial.

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