- Ativistas do grupo Everyone Hates Elon penduraram uma foto de Andrew Mountbatten-Windsor deixando a custódia policial no Louvre, em Paris, no domingo 22 de fevereiro.
- A ação aconteceu após a prisão dele na semana anterior, em 19 de fevereiro, sob suspeita de misconduct in public office; ele não foi formalmente acusado.
- A imagem, em moldura dourada, traz a legenda “He’s Sweating Now — 2026” e ficou exposta por cerca de quinze minutos antes de ser retirada pelo Louvre.
- O grupo divulgou um vídeo no Instagram e disse que “justiça para todas as sobreviventes de Epstein” é o objetivo da ação.
- Documentos de e-mails divulgados pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos indicam que Mountbatten-Windsor compartilhou relatórios de visitas oficiais com Epstein em 2010; ele nega irregularidades.
Activistas do grupo anti-migurais Everyone Hates Elon instalaram uma fotografia de Andrew Mountbatten-Windsor dentro do Louvre, em Paris, neste domingo 22 de fevereiro. A ação ocorreu dias após a prisão do ex-príncipe, na Inglaterra, suspeito de má conduta em cargo público. A imagem ficou exposta por cerca de 15 minutos.
A foto mostra o ex-príncipe sendo levado pela polícia após a detenção, ocorrida no dia 19 de fevereiro. A imagem foi capturada por oops, oh, desculpe. Fonte: foto de fotógrafo da Reuters, Phil Noble. A moldura era dourada, com a legenda O peso do suposto caso.
O conjunto foi publicado no Instagram do grupo, com a frase They say hang it in the Louvre So we did. A provocação cita a cobertura recente do caso envolvendo o empresário Jeffrey Epstein, alvo de acusações de tráfico sexual e abuso de menores.
Contexto do caso e desdobramentos
Mountbatten-Windsor foi preso na última terça-feira, em Norfolk, Inglaterra, sob suspeita de má conduta em cargo público. Investiga-se se ele compartilhou documentos confidenciais do governo com Epstein durante o período em que atuou como enviado comercial do Reino Unido. Não houve acusações formais até o momento.
Documentos internos dos EUA publicados pelo Departamento de Justiça parecem indicar que Mountbatten-Windsor repassou relatórios de visitas oficiais a Epstein em 2010. O ex-príncipe nega irregularidades e não respondeu publicamente às novas acusações.
Repercussões e contexto histórico
A polícia retirou a exibição após cerca de 15 minutos, segundo relatos. A imprensa descreve a imagem como uma das representações mais marcantes da família real no século XXI. Analistas destacam que o episódio pode ter impacto duradouro sobre a imagem pública de Mountbatten-Windsor.
Observadores destacam que a situação envolve questões legais importantes, incluindo o teor da acusação de má conduta em cargo público, cuja pena máxima pode chegar à prisão perpétua no Reino Unido. A defesa do ex-príncipe sustenta que não houve crime.
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