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Rubio viaja para reunir líderes caribenhos diante da pressão da EUA sobre Cuba

Marco Rubio reúne-se com líderes caribenhos para discutir segurança regional, migração e combate ao tráfico, em meio à pressão dos EUA sobre Cuba e Venezuela

U.S. Secretary of State Marco Rubio boards a plane while departing Bratislava Airport in Bratislava, Slovakia, Sunday, Feb. 15, 2026. Alex Brandon/Pool via REUTERS
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  • O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, viajará para conversar com líderes caribenhos sobre segurança regional.
  • A agenda inclui esforços para conter migração irregular e tráfico de drogas em Saint Kitts e Nevis, nesta quarta-feira.
  • Rubio deve reafirmar o compromisso dos EUA com os Estados-membros da Caribbean Community (CARICOM) para ampliar estabilidade e prosperidade na região.
  • As discussões também abordarão crescimento econômico, saúde e segurança energética.
  • o contexto envolve pressão dos EUA sobre Cuba e a situação da Venezuela após ações recentes envolvendo Nicolás Maduro.

Washington, 23 de fevereiro — O secretário de Estado, Marco Rubio, viajará para Saint Kitts e Nevis para discutir segurança regional, migração e combate ao tráfico de drogas com líderes caribenhos. A reunião ocorre em meio a pressões dos EUA sobre Cuba e avaliação sobre a Venezuela.

O porta-voz Tommy Pigott afirmou que, durante a visita, os EUA reafirmarão o compromisso com os Estados-membros da CARICOM para promover estabilidade e prosperidade na região. Assuntos como crescimento econômico, saúde e segurança energética também deverão entrar na pauta.

Rubio, filho de exilados cubanos, tem sido voz-chave nas campanhas de pressão dos EUA contra governos de Cuba e da Venezuela, que não integram a CARICOM. O governo americano busca manter pressão sobre Havana e orientar reformas em Caracas, após operação de início de janeiro.

A atuação precedeu a intensificação de medidas dos EUA para impedir o envio de petróleo à Cuba, agravando a crise energética local. Diplomatas norte-americanos também defendem um acordo para mitigar a crise humanitária na ilha.

As autoridades caribenhas são lembradas como parte essencial de uma estratégia regional para frear fluxos migratórios e atividades de tráfico, com foco em cooperação de segurança, economia e saúde pública.

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