- Advogados de Peter Mandelson disseram que a prisão dele decorreu de uma “alegação infundada” de que ele pretendia deixar o país e morar no exterior.
- Mandelson, de 72 anos, foi preso em Londres sob suspeita de conduta inadequada no cargo e liberado após o interrogatório policial.
- O ex-embaixador britânico nos Estados Unidos havia sido demitido em setembro, após ficarem evidentes os vínculos estreitos com Jeffrey Epstein.
- A polícia abriu uma investigação criminal depois que o governo do primeiro-ministro Keir Starmer repassou comunicações entre Mandelson e Epstein, segundo as autoridades.
- O escritório Mishcon de Reya, que representa Mandelson, afirmou que houve acordo para entrevista voluntária e que foram solicitadas evidências para justificar a prisão; o ex-embaixador diz cooperar e quer esclarecer sua situação.
Peter Mandelson, ex-embaixador britânico nos EUA, foi preso em Londres sob suspeita de conduta imprópria em cargo público. A investigação ocorre após o governo de Keir Starmer repassar mensagens entre o diplomata e Jeffrey Epstein.
Os advogados de Mandelson afirmam que a prisão partiu de uma sugestão infundada de que ele pretendia deixar o Reino Unido e residir no exterior. A defesa diz que não há verdade nessa alegação e que ele cooperará com as autoridades.
Mandelson, 72 anos, foi afastado de seu cargo em setembro, com o foco da imprensa sobre a relação próxima com Epstein. A polícia já havia iniciado uma investigação criminal neste mês.
Contexto e próximos passos
A polícia informou que a prisão não implica culpa, apenas suspeita de crime. Mandelson havia concordado em prestar depoimento voluntário no próximo mês, segundo a defesa.
O Ministério das Relações Exteriores informou que o governo está acompanhando o caso. O ministro dos Negócios Estrangeiros afirmou que a nomeação de Mandelson para a embaixada dos EUA foi objeto de debate público.
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