- Em 26 de fevereiro, o Exército do Paquistão bombardearam Kabul e Kandahar, marcando uma escalada feroz nas tensões com o Afeganistão.
- O Paquistão lançou a Operação Fúria Justa, com ataques a sites militares, depósitos de armas e postos fronteiriços afegãos.
- A ofensiva ocorreu após o discurso de que “nossa paciência acabou”, em tom de declaração de guerra aberta pelo ministro da Defesa do Paquistão, Khawaja Mohammad Asif.
- O Paquistão afirma ter matado mais de 270 membros do Talibã e ferido mais de 400.
- Kandahar abriga o líder supremo do Talibã, Haibatullah Akhunzada, e os ataques atingiram também alvos próximos a essa área.
No dia 26 de fevereiro, aviões paquistaneses bombardearam alvos militares em Kabul, capital do Afeganistão, e em Kandahar, segunda maior cidade do país. A ofensiva integrou a chamada Operação Righteous Fury, segundo relatos oficiais.
Além dos bombardeios, tropas paquistanesas teriam atacado postos fronteiriços afegãos na mesma operação. As ações ocorreram em meio a uma escalada de tensões entre Islamabad e o governo afegão, com desacordos sobre a atuação de grupões armados na região.
O governo do Paquistão afirma ter causado baixas entre militantes do Taliban, citando números de mais de 270 mortos e mais de 400 feridos. Não foi possível confirmar de forma independente as informações apresentadas por uma das partes.
Contexto e desdobramentos
A ofensiva marca uma mudança significativa na postura entre os dois países, com impactos potenciais para a segurança regional. Autoridades paquistanesas sinalizam continuidade de ações para cumprir objetivos militares na fronteira. O Afeganistão não teve detalhes adicionais sobre danos ou reações imediatas.
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