- Embaixada brasileira em Teerã informou que a internet no Irã foi cortada, dificultando a comunicação com brasileiros no país; grupo de WhatsApp foi criado para organizar contatos.
- Cerca de 200 brasileiros vivem no Irã; o Itamaraty orienta evitar viagens à região, ficar em casa e monitorar as notícias locais.
- Ataques dos EUA e de Israel contra o Irã resultaram em retaliação iraniana, com mísseis contra Israel e ataques a bases americanas no Oriente Médio.
- Diplomacia brasileira estuda rotas de saída, incluindo passagem pela Armênia, Turquia ou Azerbaijão, caso seja necessário evacuar.
- O embaixador afirmou que não há bunkers no país; orientação é se abrigar e evitar locais com aglomeração, enfrentando clima de guerra com cautela.
O embaixador do Brasil no Irã, André Veras Guimarães, afirmou que a internet foi cortada no país e que a diplomacia enfrenta dificuldades para comunicar-se com brasileiros na região. A situação acompanha ataques entre EUA, Israel e resposta iraniana.
O Ministério das Relações Exteriores informa que cerca de 200 brasileiros vivem no Irã. Em Teerã, o embaixador comunicou que a orientação é manter-se em locais seguros e evitar aglomerações, diante do risco de novo ataque.
A embaixada criou um grupo de WhatsApp com brasileiros residentes para facilitar o contato. No momento, as autoridades brasileiras estudam rotas de saída do Irã caso haja necessidade, avaliando opções pela Armênia, Turquia ou Azerbaijão.
Rotas de saída e contingência
Diante da escalada, equipes consulares monitoram a evolução dos acontecimentos e mantêm contato com comunidades brasileiras. As informações oficiais recomendam ficar em casa e acompanhar notícias locais para tomadas de decisão.
O ataque conjunto dos EUA e de Israel contra o Irã e a resposta iraniana aumentam a presença de bases militares no Oriente Médio, incluindo no Bahrein, segundo relatos de agências internacionais. A percepção interna no Irã varia entre desinformação e busca por tranquilidade.
Ainda segundo autoridades, a impressão é de que parte da população local não tem pleno conhecimento da dimensão do conflito, o que eleva a ansiedade entre moradores de Teerã e outras cidades.
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