- Os Estados Unidos orientaram navios comerciais a evitar a região do Oriente Médio após ataques aéreos de EUA e Israel contra o Irã e as represálias iranianas.
- A Administração Marítima do Departamento de Transporte dos Estados Unidos informou que o estreito de Ormuz, o Golfo Pérsico, o Golfo de Omã e o mar Arábico podem ter atividade militar significativa e recomendou manter distância, se possível.
- Navios com bandeira dos EUA, de propriedade dos EUA ou tripulados por cidadãos americanos devem permanecer a 30 milhas náuticas de qualquer navio militar do seu país para evitar confusão com ameaça.
- A conselheira de armadores نا Bimco alertou que navios com vínculos comerciais com interesses americanos ou israelenses são mais suscetíveis a ataques.
- A região do Golfo Pérsico é vital para o tráfego marítimo global, respondendo por cerca de 20% da produção mundial de petróleo que passa pelo estreito de Ormuz; alguns navios já voltaram ou pararam, segundo o Marine Traffic, enquanto outros buscaram refúgio em águas de países neutros como Emirados Árabes Unidos ou Catar.
O governo dos Estados Unidos orientou navios comerciais a evitar a região do Oriente Médio após ataques aéreos realizados pelos EUA e por Israel contra o Irã, além de retaliações de Teerã neste sábado 28. O foco inicial envolve o estreito de Ormuz, o Golfo Pérsico, o Golfo de Omã e o mar Arábico.
Segundo a Administração Marítima do Departamento de Transporte dos EUA, a área pode vivenciar “atividade militar significativa”, e recomenda-se que navios se mantenham afastados, se possível. Navios com bandeira ou origem norte-americana devem manter distância de 30 milhas náuticas de navios militares dos EUA.
A Bimco, associação de armadores, alertou que navios com vínculos comerciais ligados a interesses americanos ou israelenses devem ficar mais atentos a possível escalada de ataques. Navios já presentes na região devem buscar refúgio em águas neutras como Emirados ou Catar.
Impacto na navegação regional
O Golfo Pérsico é passagem estratégica para o tráfego mundial de petróleo, com cerca de 20% da produção global transitando por Ormuz. O estreito liga o Golfo ao Oceano Índico, tornando a região sensível a interrupções logísticas e a flutuações de preço.
Dados do setor mostraram que, ao longo da manhã, diversos petroleiros reduziram rotas ou pararam, para evitar a área, conforme o monitoramento de Marine Traffic. Autoridades recomendam cautela adicional para a comunidade marítima e para operadoras de navios comerciais.
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