- Israel proibiu reuniões públicas, fechou escolas e locais de trabalho e deslocou pacientes de hospitais para instalações subterrâneas em resposta aos mísseis iranianos, retaliação ao ataque conjunto EUA-Israel contra o Irã.
- O ministro da Defesa declarou estado de emergência e milhares de reservistas foram chamados para reforçar as fronteiras terrestres; a polícia pediu evitar viagens não essenciais para facilitar o deslocamento de veículos de segurança.
- Tel Aviv e outras áreas passaram por alertas de defesa; houve poucos relatos de danos ou feridos, com a população sendo orientada a buscar abrigos públicos com rapidez.
- O espaço aéreo foi fechado a voos civis; as fronteiras terrestres com o Egito e a Jordânia permaneceram abertas.
- O hospital Sheba, nas proximidades de Tel Aviv, moveu setores para áreas protegidas; o Departamento de Estado dos EUA alertou seus funcionários a buscar abrigo ou deixar o país.
Israel adotou medidas de emergência neste sábado, com proibição de ajuntamentos públicos, fechamento de escolas e locais de trabalho, e transferências de pacientes de hospitais para instalações subterrâneas, em resposta a ataques com mísseis lançados de Irã em retaliação a uma operação norte-americana-israelense recente. A ação ocorreu em território israelense na manhã de sábado, conforme autoridades de defesa.
Defesa informou estado de alerta em todo o país, com orientação ampla de que a população siga diretrizes de emergência. As forças reforçaram a convocação de dezenas de milhares de reservistas, incluindo para fortalecer as fronteiras terrestres. A polícia pediu evitar viagens não essenciais para permitir o deslocamento rápido de veículos de segurança.
Medidas de segurança em vigor
O país também fechou o espaço aéreo civil, mantendo abertas apenas as fronteiras terrestres com Egito e Jordânia. Autoridades instruíram a população a buscar abrigo em abrigos antiataques diante de defesas antimísseis em ação. Em Tel Aviv e outras cidades, operações de proteção seguiram em curso diante de novas explosões.
No âmbito hospitalar, o Sheba Medical Center, próximo a Tel Aviv, deslocou setores inteiros para áreas protegidas, segundo o diretor-geral Itai Pessach. O objetivo é manter serviços essenciais sem interrupções em caso de novos impactos.
Contexto e cenário de curto prazo
No momento, houve poucas informações sobre danos ou ferimentos decorrentes dos barragens iniciais. O governo dos EUA reiterou aconselhamentos para que seus funcionários se protejam e, se possível, deixem o país, conforme comunicado emitido na véspera.
Historicamente, o conflito entre Israel e Irã já teve episódios de confrontos aéreos e ataques reciprocamente, com impactos significativos em diferentes regiões do país. Enquanto equipes médicas e de segurança atuam para manter a continuidade de serviços, a expectativa é de que haja atualizações sobre novas ações e deslocamentos nas próximas horas.
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