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Judeus e cristãos rezam em bunkers de Israel diante da guerra com o Irã

Ofensiva entre Israel e Estados Unidos contra o Irã provoca ataques, sirenes em Israel e mobilização de judeus e cristãos em bunkers, com risco regional

Guerra contra o Irã reúne judeus e cristãos em oração nos Bunkers de Israel, assista
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  • A ofensiva militar entre Israel e Estados Unidos contra o Irã começou na madrugada de sábado, marcando uma das maiores escaladas no Oriente Médio e impactando a comunidade judaico-cristã global, com cenas de fé em bunkers e celebração no Irã.
  • Sirenes tocaram em cidades do norte e do centro de Israel, e moradores buscaram abrigo; pelo menos três ondas de ataques foram registradas, conforme o guia Isaque Levy, ainda sem confirmação oficial de vítimas.
  • Vídeos mostram judeus e cristãos em oração dentro de abrigos, com cristãos em intercessão e judeus cantando em Tel Aviv.
  • Do lado iraniano, vídeos mostram pessoas nas ruas celebrando a ofensiva, em meio a uma crise econômica e repressão, enxergando a ação como possível oportunidade de mudança política.
  • Governação e desdobramentos: o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu diz que o objetivo é impedir que o Irã tenha armas nucleares; o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anuncia grandes operações; o príncipe Reza Pahlavi pede calma e preparação para a ação final. A ofensiva já provocou retaliação iraniana com mísseis e drones contra Israel e bases dos EUA, além do fechamento de espaços aéreos na região, elevando o risco de conflito regional.

Na madrugada deste sábado (28), Israel e Estados Unidos lançaram uma ofensiva coordenada contra o Irã, uma das maiores escaladas bélicas no Oriente Médio dos últimos anos. A operação envolve ataques aéreos e marítimos, com alvos estratégicos iranianos. O objetivo, segundo autoridades, é impedir avanços nucleares e disruptar a capacidade militar do regime.

Sirenes tocaram em cidades do norte e centro de Israel, que buscavam abrigo em bunkers para se proteger de retaliações. Relatos de guide Isaque Levy dizem que o território israelense sofreu pelo menos três ondas de ataques, sem confirmação oficial de vítimas até o momento.

Dentro dos abrigos, imagens mostraram judeus e cristãos em oração. Um vídeo de Levy registrou cristãos com as mãos erguidas, já Samuel Sadka publicou cenas de judeus cantando em Tel Aviv, transformando o abrigo em espaço de adoração.

Pelo outro lado da fronteira, iranianos teriam celebrando nas ruas, segundo vídeos que circulam online. A população local, abalada pela crise econômica e pela repressão, vê na ofensiva uma possível abertura para mudanças políticas.

Contexto da ofensiva

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, afirmou que o regime dos aiatolás não deve possuir armas nucleares e que a ação visa possibilitar que o povo iraniano conduza seu destino. As declarações foram feitas em pronunciamento oficial.

O presidente dos EUA, Donald Trump, informou o início de grandes operações de combate para neutralizar ameaças do Irã. Analistas avaliam que o objetivo pode incluir mudanças de regime, além da contenção militar.

O príncipe Reza Pahlavi, exilado, pediu foco na defesa do Irã e preparação para ações futuras, orientando calma à população e vigilância para os próximos passos.

Detalhes da operação

Agências internacionais indicam que a ofensiva, planejada há meses, envolve ataques aéreos e marítimos a alvos iranianos. Explosões foram registradas em várias cidades, incluindo Teerã, com relatos de fumaça e ataques contínuos. Mísseis de cruzeiro teriam atingido instalações militares e infraestrutura nuclear.

A agência Reuters citou que líderes iranianos como o aiatolá Ali Khamenei e o presidente Masoud Pezeshkian estariam entre os alvos, ainda sem confirmação oficial.

Retaliação e panorama regional

Pouco depois, o Irã lançou mísseis e drones contra Israel e bases americanas na região. Espaços aéreos de países como Iraque, Síria, Líbano, Jordânia e norte da Arábia Saudita foram fechados temporariamente. Em Israel, as sirenes seguem em alerta máximo.

Analistas alertam que o conflito pode se ampliar, envolvendo aliados do Irã, como o Hezbollah, além de forças ocidentais presentes na região. Enquanto governos pedem contenção, a comunidade internacional acompanha desenvolvimentos no curto e médio prazo.

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