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Líderes mundiais e congressistas comentam ataques dos EUA contra o Irã

Reações globais pedem contenção e respeito ao direito internacional, enquanto as avaliações iniciais de danos chegam após os ataques dos EUA a Iran

European Commission President Ursula von der Leyen speaks at a podium at the European Union headquarters in Brussels.
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  • Após o anúncio de Trump sobre operações militares entre os EUA e Israel contra o regime iraniano, reações globais começaram a chegar.
  • O presidente francês, Emmanuel Macron, afirmou que a guerra entre EUA, Israel e Irã teria graves consequências para a paz mundial e disse que a França está pronta para atuar conforme necessário.
  • Os líderes do bloco E3 — França, Alemanha e Reino Unido — disseram que não participaram dos ataques, condenaram ataques iranianos e apelaram à retomada das negociações; a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, prometeu apoio aos cidadãos da região e pediu contenção.
  • Canadá e Austrália reiteraram apoio ao direito de defesa de Israel e à atuação para impedir que o Irã obtenha armas nucleares, enfatizando a estabilização regional.
  • No Congresso dos Estados Unidos, senadores e representantes de diferentes alas expressaram críticas e apoio à ação, com pedidos de votação sobre poderes de guerra e alertas sobre riscos de escalada.

O presidente Donald Trump divulgou na manhã de sábado que os Estados Unidos e Israel lançaram operações militares de grande escala contra o regime iraniano. A ação ocorreu após anúncios anteriores do governo americano sobre ações prévias e tem como objetivo impedir o Irã de obter armas nucleares e conter ataques de proxies na região. O anúncio ocorreu em meio a uma escalada de tensões entre EUA, Israel e Irã.

Autoridades americanas descrevem as medidas como uma resposta a ameaças imminentes à segurança nacional. O objetivo declarado é defender o povo americano e reduzir a capacidade do Irã de desestabilizar o Oriente Médio. A divulgação ocorreu por meio de pronunciamento público do chefe de Estado e entrevistas posteriores à população.

Diversos líderes globais e legisladores dos EUA reagiram, com posicionamentos que variaram entre condenação, apoio e apelo por contenção. A comunidade internacional acompanha desdobramentos e relata cautela quanto a possíveis consequências humanitárias e políticas.

Reações de líderes globais

França expressou preocupação com as consequências para a paz internacional e afirmou disponibilidade para apoiar parceiros. Os chefes de governo da Alemanha e do Reino Unido destacaram que não participaram dos ataques, mas mantêm diálogo com parceiros regionais e pedem retomada de negociações.

A presidente da Comissão Europeia afirmou que a UE acompanhará a situação e reforçou a proteção de civis, pedindo contenção e observância do direito internacional. O Canadá reiterou apoio ao direito de defesa de Israel e à atuação dos EUA para impedir o desfecho nuclear do Irã.

O premiê australiano declarou solidariedade aos iranianos que lutam contra a opressão e apoio à ação para impedir o Irã de obter armas nucleares. O Irã criticou a operação com a qualificação de ato agressivo contra um Estado-membro da ONU.

No âmbito da Rússia, o Ministério das Relações Exteriores classificou a ação como agressão premeditada, destacando a mobilização militar como indicativo de escalada.

Reações no Congresso dos EUA

Senadores republicanos elogiaram a ação, destacando a necessidade de resposta dura. Já alguns democratas caracterizaram as ações como arriscadas, com potencial de ampliar o conflito na região. Propostas de limitar ou obter autorização formal para novas ações foram apresentadas por membros da oposição.

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