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Omã, mediador, pede que EUA, Israel e Irã cessem ataques

Omã pede cessar imediato dos ataques entre EUA, Israel e Irã; Catar e Arábia Saudita pedem diálogo para evitar escalada e crise regional

Governo iraniano divulga imagens de escola que teria sido alvo de ataques – foto: Alex Mita/IRIB TV/AFP
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  • Omã pediu neste sábado 28 que todas as partes encerrem os ataques para evitar consequências graves e solicitou ao Conselho de Segurança das Nações Unidas que convoque uma reunião de emergência para impor um cessar-fogo.
  • O país, mediador nas negociações entre Estados Unidos e Irã, expressou profundo pesar pelas operações de Israel e Estados Unidos contra a República Islâmica do Irã.
  • O Irã respondeu com o lançamento de mísseis de longo alcance após os ataques, segundo o relato inicial.
  • Catar e Arábia Saudita, aliados dos Estados Unidos, também manifestaram preocupação com a escalada e defenderam a interrupção de ações que agravem o conflito.
  • Em telefonema, o emir do Catar e o príncipe herdeiro da Arábia Saudita destacaram a necessidade de voltar à mesa de diálogo para preservar a segurança regional e evitar um confronto mais amplo.

Omã pediu neste sábado que todas as partes encerrem os ataques para evitar consequências graves, após ataques de EUA e Israel contra o Irã e a resposta iraniana com mísseis de longo alcance. O país atua como mediador em negociações entre EUA e Irã.

O Ministério das Relações Exteriores de Omã expressou pesar pelas operações contra o Irã e alertou para o risco de o conflito se expandir na região. O chanceler pediu ao Conselho de Segurança da ONU que convoque uma reunião de emergência para impor um cessar-fogo.

Catar e Arábia Saudita, aliados dos EUA, também manifestaram preocupação com a escalada. Em particular, o emir do Catar, xeque Tamim bin Hamad al Thani, e o príncipe herdeiro da Arábia Saudita, Mohamed bin Salman, defenderam o fim imediato das hostilidades.

Em comunicado, o gabinete do emir do Catar informou que as partes destacaram a necessidade de retornar à mesa de diálogo para preservar a segurança regional e evitar um desvio para enfrentamentos mais amplos.

Os dois líderes ressaltaram, em ligação, a urgência de pôr fim à escalada e de buscar caminhos diplomáticos. Não houve detalhes sobre datas ou próximos passos concretos para negociações.

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