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Budapeste convoca enviado ucraniano por recrutamento de dois húngaros étnicos

Hungria convoca embaixador da Ucrânia para protestar contra a conscrição de dois húngaros étnicos, aumentando tensões políticas em meio à campanha eleitoral

Hungary's Foreign Minister Peter Szijjarto attends a European Union Foreign Ministers' meeting in Brussels, Belgium February 23, 2026. REUTERS/Yves Herman
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  • Hungria chamou o embaixador da Ucrânia para protestar contra a suposta incorporação de dois homens étnicos húngaros no serviço militar ucraniano.
  • O ministro das Relações Exteriores, Peter Szijjártó, afirmou que um dos homens possuía dispensa do serviço e o outro sofria de problemas mentais.
  • Kiev não respondeu a pedidos de comentários encaminhados por e‑mail.
  • A ação acontece em meio à campanha eleitoral de Viktor Orbán, que coloca a escolha entre “guerra ou paz” e mantém relação próxima com a Rússia.
  • O contexto inclui tensões alimentadas pela interrupção do fluxo de petróleo na oleoduto Druzhba, com controvérsias entre Hungria e Eslováquia sobre as razões.

Hungary summoned Kyiv’s ambassador to protest the conscription of two ethnic Hungarians in Ukraine, a move Budapest says should not have happened. The action was announced on Monday, March 2, in Budapest.

Foreign Minister Peter Szijjarto said two Ukrainian citizens identified as ethnic Hungarians were wrongly drafted. He claimed one had a military waiver while the other has mental health issues. Reuters has not independently verified these claims.

Szijjarto posted a video on Facebook stating the ambassador was called to deliver a protest against ongoing conscriptions and a perceived street-level manhunt. Ukraine’s foreign ministry and its Budapest embassy did not respond to requests for comment.

The protest comes amid heightened tensions between Hungary and Ukraine as Prime Minister Viktor Orban frames the election in early April as a choice between war and peace. Budapest has kept cordial ties with Moscow and opposed arming Kyiv.

Orban’s stance contrasts with most EU partners, who support weapons shipments to Ukraine. Hungary also halted oil flows on the Druzhba pipeline, a move that Hungary and Slovakia attribute to political factors while Kyiv blames damage from a Russian attack.

Kyiv has accused Russia of targeting energy infrastructure, while Orban and Slovakia’s leader have suggested political motives behind the pipeline disruption. The dispute adds to the broader strategic frictions in the region.

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