- O embaixador Celso Amorim disse que o Brasil deve se preparar para o pior diante do conflito entre Irã, Estados Unidos e Israel no Oriente Médio.
- Ele destacou o risco de o conflito se alastrar pela região, com tensões em alta.
- Amorim informou que irá conversar com o presidente Lula ainda nesta segunda; os dois ainda não tinham se falado desde o início do conflito.
- O governo brasileiro já prestou solidariedade aos países impactados e pediu a interrupção de ações militares na região do Golfo.
- O Itamaraty afirmou que a escalada representa grave ameaça à paz.
O embaixador Celso Amorim, assessor especial do presidente Lula, afirmou nesta segunda-feira que o Brasil deve se preparar para o pior diante do conflito envolvendo Irã, EUA e Israel no Oriente Médio. A declaração foi feita em tom de cautela, sem escolher lados.
Amorim ressaltou que não cabe julgar a atuação de líderes, mas considerou inaceitável a morte de um líder em exercício. Ele citou a possibilidade de o conflito se espalhar pela região como o cenário mais grave.
O embaixador afirmou que vai conversar com o presidente Lula ainda nesta segunda-feira; segundo ele, ainda não houve conversa entre os dois desde o início do conflito. O Brasil já manifestou solidariedade aos países impactados.
Contexto diplomático
O Itamaraty, em nota divulgada no sábado, denunciou a escalada como ameaça à paz e pediu a interrupção de ações militares na região do Golfo. Em nota anterior, o Ministério condenou ataques a alvos iranianos e não citou diretamente EUA e Israel.
Aromim ressaltou também os riscos de um choque entre EUA e Venezuela, ampliando a complexidade regional. O governo brasileiro tem destacado a necessidade de respeito ao direito internacional e a busca por desescalar tensões.
A reportagem está em atualização conforme novas informações sobre o tema são divulgadas pela comunidade internacional.
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