- A CIA acompanhou por meses os movimentos do líder iraniano Ali Jameneí para identificar o momento propício de um ataque que o matou.
- Israel bombardeou o complexo em Teerã no momento em que Jameneí participava de uma reunião com sua cúpula, segundo relatos de veículos de imprensa.
- A operação conjunta, chamada de “Fúria Épica”, foi executada pela manhã e resultou na morte de Jameneí e de dezenas de dirigentes do regime, conforme informações de Trump sem provas apresentadas.
- O ataque ocorreu com aviões israelenses que partiram às seis da manhã, atingindo o alvo aproximadamente às nove horas e quarenta minutos.
- Relatos indicam uso de inteligência artificial, com o sistema Claude, da Anthropic, para apoio a avaliações de inteligência e seleção de alvos, segundo o The Wall Street Journal.
O ataque coordenado entre Estados Unidos e Israel matou Ali Jamenei, líder supremo do Irã, em Teerã. A operação foi planejada por meses, com a CIA monitorando os movimentos do agrupamento iraniano até identificar uma reunião da cúpula em uma repartição governamental. A informação foi compartilhada com Israel, que executou o bombardeio.
Segundo relatos, a ação foi batizada de Operação Fury Épica, e ocorreu em pleno dia. Aviões israelenses partiram às 6h locais e lançaram, por volta das 9h40, um conjunto de bombas sobre o complexo onde Jamenei participaria da reunião. Outras informações apontam que a operação envolveu parceiros dos EUA.
Entre os alvos estariam integrantes da liderança do regime, como o comandante do Guardiã Revolucionária, o ministro da Defesa, além de oficiais próximos à estrutura de inteligência. A presença de Jamenei na reunião seria confirmada por fontes de segurança nos relatos preliminares.
Detalhes da operação
As autoridades americanas divulgaram imagens de Donald Trump acompanhando o desenvolvimento do ataque, em Mar-a-Lago, e também uma imagem da Sala de Crises da Casa Branca. As informações indicam que Washington recebeu apoio de autoridades israelenses na coordenação.
Contexto e desdobramentos
O episódio marca uma escalada regional, com respostas e retaliações potenciais. O governo iraniano não divulgou, até o momento, uma versão oficial consolidada sobre as circunstâncias da morte de Jamenei. Analistas destacam que o episódio pode alterar o equilíbrio de poder na região.
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