- ataques conjuntos dos EUA e de Israel contra o Irã continuam, com o Irã mirando aliados na região; pelo menos 17 pessoas morreram, incluindo quatro militares americanos, em toda a região e em Israel.
- três aeronaves americanas teriam sido abatidas no Kuwait por fogo amigo; todos os seis tripulantes ejetaram e estão em condição estável.
- o presidente dos EUA, Donald Trump, disse que o conflito pode durar cerca de quatro semanas.
- o Hezbollah lançou seis projéteis contra uma base do exército israelense no sul de Haifa, levando Israel a responder com novos ataques em Beirute e no sul do Líbano.
- mísseis e drones iranianos atingiram Israel, Bahrein, Emirados Árabes Unidos, Kuwait, Catar e Arábia Saudita; Israel registrou dezenas de mortes, e voos em Dubai, Abu Dhabi e Doha foram amplamente afetados.
O conflito no Oriente Médio se intensificou após ataques dos EUA e de Israel contra o Irã, na virada de fim de semana. Na manhã de sábado (28), o duelo se expandiu com retaliações iranianas que atingiram aliados dos EUA na região. O resultado imediato foi a evacuação de viajantes e a interrupção de voos comerciais.
No território, o Irã afirmou ter atingido alvos de parceiros dos EUA no Golfo. Ao todo, há registros de mortes em Israel, nos países do Golfo e em outras áreas, elevando o número de vítimas civis e militares. O patrolhamento das fronteiras ganhou novas frentes de atuação.
Três aeronaves americanas teriam sido abatidas no Kuwait, segundo o CENTCOM, em um incidente sob investigação. Quatro militares dos EUA morreram em combate e outros ficaram feridos, conforme o comando. Quaisquer ações adicionais continuam sob avaliação.
Israel respondeu com ataques anunciados contra o Líbano, em resposta a provocações do Hezbollah. Diversos adversários foram atingidos, aumentando a tensão na região e ampliando as zonas de confronto para além de Israel e Irã. Autoridades israelenses disseram que as operações permanecem em aberto.
Desdobramentos regionais
O Hezbollah teria disparado projéteis contra uma base do exército israelense ao sul de Haifa, gerando retaliação de Israel na capital Beirute e no sul do Líbano. O episódio marca uma escalada desde o cessar-fogo vigente desde 2024. O exército de Israel não descartou ações adicionais no terreno.
No Kuwait, além do abate de aeronaves, houve movimentação de tropas e reforços em plataformas estratégicas. Equipes de defesa aéreas tentam confirmar as causas do incidente. Vídeos de explosões e quedas de aeronaves circularam em redes de monitoramento.
No Irã, novas ofensivas de mísseis foram registradas contra alvos em Israel, segundo fontes militares. Explosões foram relatadas em Teerã, com atendimento médico a pacientes deslocados de hospitais afetados. A mortandade inclui civis e militares.
Contexto e impactos
Mísseis e drones atingiram ou atingiram parcialmente alvos em Israel, Bahrein, Emirados Árabes Unidos, Kuwait, Catar e Arábia Saudita. A maioria foi interceptada, mas alguns impactos causaram mortes e ferimentos. Grandes aeroportos da região devem seguir com restrições e mudanças de rotas.
O equilíbrio político e militar permanece sob incerteza. O líder supremo do Irã, Ali Khamenei, foi morto em ataques coordenados, sinalizando uma mudança inesperada no governo iraniano. Um conselho conservador deve nomear o próximo líder após o luto.
As tensões afetam, ainda, a circulação de passageiros e mercadorias. Voos entre os hubs de Dubai, Abu Dhabi e Doha enfrentam suspensões temporárias, repercutindo na mobilidade regional e global.
Contexto institucional
Internamente, o Irã passa por instabilidade, com o cargo de liderança em transição. O governo americano informou perdas militares importantes no conflito, enquanto Israel mantém operações abertas com foco na defesa de seu território. A região, em geral, coloca-se em estado de alerta contínuo.
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