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Guiné assina acordo de saúde com os EUA

Guiné assina acordo de cooperação em saúde com os EUA para 2026-2030, totalizando 142,6 milhões de dólares, para combater malária, pólio e modernizar laboratórios e dados

Guinea and the United States have signed a five-year health cooperation agreement totalling nearly $143 million in funding from both countries, finance minister Mariama Cire Sylla said.
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  • Guinea e os Estados Unidos assinaram um acordo de cooperação em saúde de cinco anos, somando quase $143 milhões em financiamento de ambos os países, informou a ministra da Finanças, Mariama Cire Sylla.
  • O memorando mobilizará $142,6 milhões entre 2026 e 2030, com $91,27 milhões dos EUA e $51,33 milhões de Guinea, segundo publicação da ministra no Facebook.
  • A parceria visa fortalecer o combate à malária, acelerar a eliminação da poliúria (poliomielite), modernizar laboratórios, consolidar recursos humanos na saúde e melhorar os sistemas de dados de saúde.
  • Críticos da área de saúde global questionaram trechos dos acordos, especialmente exigências de compartilhamento de dados com Washington sobre patógenos, sem garantias de acesso a ferramentas geradas.
  • O financiamento anual médio dos EUA nessa iniciativa fica próximo de um terço da ajuda que Guinea recebeu pela USAID em 2024, segundo dados do governo americano.

Guiné e os Estados Unidos assinaram um acordo de cooperação em saúde de cinco anos, com quase 143 milhões de dólares em financiamento conjunto. O acordo foi anunciado em 2 de março, em Dakar, pela ministra das Finanças, Mariama Cire Sylla.

O texto prevê mobilizar 142,6 milhões de dólares entre 2026 e 2030, sendo 91,27 milhões aportados pelos EUA e 51,33 milhões pela Guiné. O objetivo é fortalecer ações de saúde no país.

A parceria busca combater a malária, acelerar a eliminação da poliomielite, modernizar laboratórios, consolidar recursos humanos em saúde e melhorar a qualidade dos sistemas de dados em saúde.

Contexto e financiamento

Críticas de atores globais questionam parte dos termos, como pedidos de compartilhamento rápido de dados sobre patógenos com Washington como condição de recebimento. Não há garantias de acesso a ferramentas médicas resultantes.

Segundo dados oficiais, a média anual de aporte dos EUA neste acordo fica aquém do que a Guiné recebeu via USAID em 2024, o que envolve comparação de volumes entre programas.

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