- Melania Trump presideu uma sessão do Conselho de Segurança da ONU sobre “crianças, tecnologia e educação em situações de conflito”, inaugurando a presidência de turno dos Estados Unidos no órgão.
- O ato, inédito na história da ONU, ocorreu dois dias após ataque de Estados Unidos e Israel a uma escola no Irã, que deixou dezenas de mortes entre alunas.
- A reunião abordou recomendações para proteção de menores em Afeganistão, Colômbia e República Democrática do Congo; não houve menção a Gaza ou ao Irã na fala oficial.
- A primeira-dama abriu o encontro com mensagens de condolência às famílias de militares norte-americanos mortos na ofensiva.
- Enquanto isso, o embaixador do Irã na ONU contestou informações falsas sobre a autoria do ataque à escola de Minab, alvo de desinformação nas redes sociais.
Melania Trump preside sessão histórica do Conselho de Segurança da ONU sobre educação e menores em zonas de conflito, nesta segunda-feira, em Nova York. O ato ocorre dois dias depois de um ataque envolvendo EUA e Israel a uma escola no Irã, que deixou dezenas de vítimas.
A primeira dama dos EUA, em regime de ativa, inaugurou a presidência de turno do Conselho de Segurança, instituição máxima da ONU. A pauta é dedicada a crianças, tecnologia e educação em contextos de conflito, com foco na proteção de menores.
A reunião é a primeira sob a liderança dos EUA no órgão, que assumiu o posto em março, substituindo o Reino Unido. Melania Trump presidiu a sessão de atualização mensal sobre crianças e conflitos armados.
Durante o ato, a primeira dama expressou condolências às famílias de militares caídos e ressaltou o papel do conhecimento para a construção de paz. A fala enfatizou que a paz duradoura depende da valorização da educação nas sociedades.
Reações e desdobramentos foram discutidos entre os participantes, com cobertura de imprensa internacional. O embaixador iraniano na ONU, Amir Saeid Iravani, fez intervenção após a sessão para contestar informações sobre o ataque ao centro escolar de Minab.
A ofensiva que gerou o ataque escolar na região resultou na morte de 148 pessoas, entre alunas, pais e profissionais da escola. O assunto voltou a ocupar o centro das atenções globais, com diferentes leituras sobre autoria e responsabilidade.
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