- O Pentágono afirma que a guerra contra o Irã é diferente de uma intervenção de regime, embora tenha começado sem aprovação do Congresso e em meio a negociações diplomáticas.
- O início da operação Epic Fury ocorreu no sábado, por volta de 1h15 (horário de Washington), com mais de cem aeronaves em uma onda sincronizada.
- Na primeira etapa, foram atacados mais de mil alvos em 24 horas, principalmente unidades de comando e controle, forças navais, alvos de mísseis balísticos e infraestrutura de inteligência.
- Quatro militares dos EUA morreram até agora; houve relatos de danos a aeronaves do Kuwait e de ataques que não teriam sido conduzidos por fogo inimigo hostil.
- O presidente Donald Trump e o alto comando indicaram objetivos de destruir a ameaça de mísseis do Irã e impedir que o país obtenha arma nuclear, com declarações variando sobre duração da coalizão e possibilidade de tropas no terreno.
O Pentágono afirmou que a guerra com o Irã não é uma tentativa de mudar regimes, mas que não descarta ações terrestres. O secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, defendeu as operações iniciadas no fim de semana, em resposta a críticas pela lançamento sem aprovação parlamentar.
Em coletiva com o presidente do Estado-Maior Conjunto, General Dan Caine, Hegseth descreveu o conflito como uma resposta a décadas de hostilidade contínua. O governo americano acusa o Irã de financiar e armar ataques contra forças dos EUA e seus aliados, incluindo redes de militias.
As informações sinalizam que o objetivo militar é neutralizar a ameaça de mísseis, impedir que o Irã registre avanços nucleares e assegurar que o país não possa projetar poder além de suas fronteiras. O tom é de evitar engajamento prolongado e não construir capacidades de nação.
A operação recebeu ordens de Trump na sexta-feira anterior, com início efetivo por volta das 1h15 no horário de Nova York de sábado, segundo o comando. A primeira fase envolveu mais de 100 aeronaves em atuação coordenada de terra, mar e ar.
Segundo autoridades, mais de 1.000 alvos foram atingidos nas primeiras 24 horas, incluindo centros de comando, forças navais, instalações de mísseis balísticos e infraestrutura de inteligência. Bombardeios com aeronaves furtivas foram empregados em alvos subterrâneos.
Quatro militares dos EUA já morreram desde o início do conflito, conforme confirmação de autoridades do alto escalão. O general Caine ressaltou que o objetivo também é reduzir perdas americanas e que novas tropas devem ser deslocadas para a região.
Hegseth afirmou que o objetivo estratégico é destruir a ameaça de mísseis e impedir que o Irã obtenha armas nucleares, ressaltando que não se trata de operações de construção de democracia. As declarações ocorreram durante a coletiva no Pentágono, em Washington.
Ao falar sobre o tempo provável do conflito, o secretário e o general evitaram fixar prazos rígidos. Previsões variaram entre semanas a meses, com referências a flexibilidade nas ações e nos desfechos, conforme a evolução estratégica.
O governo enfatiza que pretende manter a legitimidade e a coerência das ações com objetivos de defesa nacional. Não houve anúncio de negociação de cessar-fogo ou acordo diplomático imediato, mantendo o foco na capacidade de dissuasão.
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