- O Reino Unido autorizou o uso de bases britânicas pelos EUA contra o Irã, incluindo o complexo de Diego García, mas o governo nega estar em guerra.
- O primeiro-ministro Keir Starmer afirmou que o país não entrará em um conflito prolongado e que a ação é defensiva.
- Drones iranianos atacaram a base britânica de Akrotiri, no Chipre, na noite de domingo; um deles atingiu a pista, sem vítimas.
- O jornal The Daily Telegraph informou que o Reino Unido apoia a guerra no Irã, embora o governo tenha dito que a autorização é para defesa de parceiros.
- A chanceler Yvette Cooper citou cerca de 300 mil britânicos no Golfo, entre turistas, trabalhadores e residentes, como alvo potencial do Irã.
O governo britânico informou que o Reino Unido não está em guerra, mesmo após uma base britânica no Chipre ter sido atingida por drones. A decisão ocorreu após Londres autorizar Washington a usar instalações militares britânicas contra o Irã.
A base de Akrotiri, no Chipre, foi alvo de dois ataques com drones na noite de domingo. Um drone atingiu a pista, mas não houve feridos. A base é uma instalação estratégica do Reino Unido na região.
Na noite de domingo, o governo do Reino Unido autorizou o uso de bases britânicas para ações militares contra o Irã, incluindo o complexo Diego García, no arquipélago de Chagos. A medida foi apresentada como defensiva.
O primeiro-ministro Keir Starmer afirmou que a intervenção não representa participação britânica em um conflito prolongado. O governo reforçou que a atuação tem base na legítima defesa de aliados e busca impedir ataques iranianos a países da região.
O secretário de Estado para o Oriente Médio, Hamish Falconer, disse que o Reino Unido não participará de ações ofensivas contra o Irã. A declaração foi dada à BBC e reforçou a posição oficial de não ampliar o envolvimento direto.
A imprensa conservadora destacou a notícia com foco em uma possível mudança de cenário regional, enquanto especialistas ressaltam que a nova linha de atuação envolve coordenação com os EUA e Israel. O governo britânico mantém a linha de defesa de seus interesses e de parceiros.
A chanceler britânica indicou que cerca de 300 mil britânicos estão em países do Golfo, incluindo turistas, empresários e residentes, estando agora sob avaliação de risco diante de tensões na região.
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