- Trump disse que não descartaria tropas terrestres no Irã se for necessário, sinalizando possibilidade de uma nova grande onda de ataques.
- EUA e Israel já bombardearam centenas de alvos no Irã, entre mísseis, ações contra a Marinha e centros de comando.
- quatro militares americanos morreram e três caças foram abatidos por fogo amigo, segundo o Exército.
- o Irã respondeu com mísseis contra Israel, bases americanas na região e alvos em Bahrein, Jordânia, Kuwait, Catar e Emirados Árabes Unidos.
- Trump afirmou que a ofensiva pode se estender além de um mês e que está além das projeções iniciais, conforme entrevista e declarações divulgadas.
O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que não descartaria enviar tropas terrestres ao Irã caso seja necessário, enquanto a ofensiva contra o Irã ganha forma com ataques de mísseis e bombardeios a alvos no país. A declaração ocorre após os EUA e Israel atacarem centenas de alvos iranianos.
Trump reconheceu a possibilidade de contingência com tropas no terreno em entrevista ao New York Post, ressaltando que não se acovarda frente a essa opção. Em entrevista à CNN, o presidente mencionou que a “grande onda” de ataques ainda não começou, sugerindo uma escalada futura.
Os Estados Unidos e Israel já atingiram centenas de alvos no Irã, incluindo instalações de comando, centros navais e mísseis. O confronto também envolveu bases americanas e estruturas na região do Golfo, com resposta iraniana em território iraquiano e em países árabes vizinhos.
Quatro militares americanos perderam a vida, e três caças foram abatidos, segundo o Exército dos EUA. O Irã lançou mísseis contra Israel e atingiu alvos em Bahrein, Jordânia, Kuwait, Catar e Emirados Árabes Unidos, conforme relatos de autoridades regionais.
Da Casa Branca, Trump sinalizou que o conflito pode se estender além de um mês, afirmando que a ofensiva já está adiantada em relação às projeções originais. O presidente declarou que o país está na frente do cronograma inicial e pode avançar ainda mais.
Analistas ponderam a disponibilidade de munição para sustentar uma guerra prolongada e a viabilidade de operações de larga escala. O governo de Teerã continua a defender que tais ações visam interromper avanços militares e nucleares que justificariam a resposta ocidental.
Desdobramentos e posicionamentos
O secretário de Defesa, Pete Hegseth, indicou que os EUA agirão “tão longe quanto for necessário” para conter o Irã, distinguindo a atuação atual de intervenções anteriores na região. A autoridade ressaltou que não haverá retórica de construção de democracias, priorizando a rapidez e a eficácia militar.
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