- O programa Última Análise discute a postura do governo brasileiro de solidariedade ao Irã após ataques dos EUA e de Israel.
- O jurista Frederico Junkert critica Lula, afirmando que o Brasil passa a ser visto como pária internacional por apoiar o Irã.
- A análise menciona que a ofensiva dos EUA busca redesenhar a geopolítica, com possíveis impactos sobre a China ao cortar energia do Irã.
- Lulinha, filho do presidente, teve sigilos quebrados pela CPMI do INSS e pela Polícia Federal, e, posteriormente, confessou uma viagem de luxo a Portugal paga por Antônio Carlos Camilo Antunes; a advogada Fabiana Barroso aponta conflito de interesses.
- O ministro Gilmar Mendes fez habeas corpus para anular a quebra de sigilos da Maridt Participações S.A., cuja sociedade inclui Dias Toffoli, o que gerou crítica de juristas como Adriano Sores da Costa.
No programa Última Análise desta segunda-feira (02), especialistas discutiram a postura do governo brasileiro diante do conflito entre EUA e Irã. O foco foi a suposta solidariedade do Brasil ao Irã após ataques militares.
A discussão destacou a leitura de que a ofensiva ampliou tensões regionais e pode reconfigurar alianças. Juristas questionaram impactos para a política externa brasileira, com críticas à posição atual do governo.
Os comentaristas lembraram que o Irã é alvo de sanções internacionais e que o cenário envolve interesses estratégicos e de segurança. A análise considerou possíveis efeitos globais na geopolítica e no abastecimento energético da região.
Pressionado, Lulinha confessa
Fábio Luiz Lula da Silva, conhecido como Lulinha, filho do presidente, teve sigilos quebrados pela CPMI do INSS e pela Polícia Federal. Em seguida, ele confessou uma viagem de luxo a Portugal, bancada por Antônio Carlos Camilo Antunes, apontado como operador de um suposto esquema bilionário.
A advogada Fabiana Barroso afirmou que a confissão representa indícios relevantes, acrescentando que haveria conflito de interesses entre interesses empresariais e o Estado. A avaliação é de que a situação é ética e jurídicamente sensível.
A manobra de Gilmar
O ministro do STF Gilmar Mendes concedeu, nesta sexta-feira, habeas corpus para declarar a nulidade da quebra de sigilos da Maridt Participações S.A., ligada a Dias Toffoli. A quebra havia sido aprovada pela CPI do Crime Organizado no Senado.
O ex-juiz Adriano Sores da Costa classificou o episódio como uma anomalia processual, apontando que o instrumento visa a proteção de pessoas físicas e não de pessoas jurídicas. A opinião sustenta que houve manobra para blindar a empresa.
O programa Última Análise é parte da cobertura ao vivo da Gazeta do Povo no YouTube. O espaço vai ao ar de segunda a sexta, das 19h às 20h30, com debates sobre temas desafiadores para o país.
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