- O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu disse que a guerra contra o Irã “não vai levar anos”, podendo ser rápida e decisiva.
- Israel atingiu alvos do Hezbollah no Líbano e atacou instalações de mídia estatais do Irã em Teerã, ampliando o conflito.
- Drones supostamente iranianos atingiram a embaixada dos EUA em Riade, causando danos menores; outros drones foram interceptados.
- Guardiões da Revolução afirmaram ter destruído o prédio principal de uma base dos EUA no Bahrein, em uma operação com dezenas de drones e mísseis.
- O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, avisou que os impactos mais fortes ainda podem ocorrer e mencionou a possibilidade de uso de tropas terrestres, embora o objetivo seja neutralizar capacidades de mísseis sem invasão terrestre.
Israel ampliou o conflito envolvendo Irã e seus aliados, com ataques de Israel a alvos ligados ao Hezbollah no Líbano e Moscou de Irã a estados do Golfo que hospedam bases americanas. O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu afirmou que a guerra contra o Irã não deverá levar anos, mesmo com ações em curso. O conflito já está em sua quarta dia.
Na prática, a ofensiva de Israel atingiu o complexo que abriga a emissora estatal iraniana IRIB, em Teerã, além de operações contra militantes do Hezbollah em várias cidades do Líbano. Pequenos avanços estratégicos foram reportados pelas forças israelenses, que citam neutralização de alvos de alto valor.
Enquanto isso, o Irã correspondeu com agressões a regiões que recebem forças dos EUA. Drones teriam atingido a embaixada dos Estados Unidos em Riade, causando danos menores e iniciando incêndio, segundo o governo saudita. Além disso, o Irã afirmou ter destruído parte da infraestrutura de uma base aérea norte-americana em Bahrain.
Em resposta, a Guarda Revolucionária Iraniana afirmou ter conduzido um ataque com drones e mísseis em uma base no Bahrain, envolvendo dezenas de drones e vários mísseis. O objetivo seria atingir a fatia de comando da instalação, conforme relatos oficiais.
Ponto político importante: o secretário de Estado dos EUA sugeriu que as rupturas mais graves ainda podem ocorrer, enquanto o governo americano não respondeu a pedidos de comentário. Inicialmente, a ação conjunta EUA-Israel contra o Irã foi anunciada como ofensiva de curto prazo, com versões sobre a duração divergentes entre autoridades e aliados.
Paralelamente, autoridades iranianas declararam continuidade de operações e ressaltaram que a resposta dependerá de próximos desdobramentos. O governo israelense repetiu que a ofensiva mira limitar capacidades balísticas do Irã e destruir recursos militares. O conflito já envolveu várias regiões do Oriente Médio, elevando o number de vitimas civis.
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