- Autoridades de Israel usam navios de carga para repatriar dezenas de médicos presos no exterior após o início da guerra aérea com o Irã, segundo a empresa de transporte ZIM Shipping.
- O trajeto faz escala entre Limassol, Chipre, e o porto de Haifa, em operação coordenada pelo Ministério dos Transportes, grandes hospitais israelenses e a empresa.
- Até o momento, 40 médicos retornaram em duas viagens, com mais deslocamentos previstos nesta semana para atender possíveis feridos por mísseis iranianos.
- Os médicos estavam em congressos ou férias e voltam rapidamente para enfrentar emergências, dizem as autoridades.
- A opção de navios é vista como mais eficiente que voos, já que aviação enfrenta interrupções de espaços aéreos; voos de repatriação via Taba, no Egito, também ocorrem, mas exigem deslocamento longo até cidades no interior.
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Autoridades israelenses recorrem a navios cargueiros para repatriar dezenas de médicos presos no exterior pela guerra aérea com o Irã, iniciada no fim de semana. A operação envolve a empresa de carga ZIM Shipping e ministérios locais.
A empresa confirmou que navios de carga fazem conexões entre Limassol, em Chipre, e o porto israelense de Haifa. A ação é coordenada pelo Ministério dos Transportes, por grandes hospitais de Israel e pela ZIM.
Até o momento, 40 médicos já retornaram em duas viagens, com mais embarques previstos nesta semana. A expectativa é repatriar centenas de profissionais para atender feridos por mísseis iranianos.
Operação de repatriação por navio
A solução por navio é apresentada como mais eficiente que voos interrompidos pelas restrições de espaço aéreo e hostilidades regionais. Os médicos estavam fora por convenções ou férias e retornam para renovar plantões com prontidão.
A ZIM está desviando rotas habituais entre Israel e portos do Mediterrâneo, como Grécia e Itália, para garantir o transporte seguro dos médicos em viagens de cerca de 15 horas a partir de Limassol. O objetivo é manter o suporte médico essencial.
Contexto e perspectivas
A ofensiva entre Israel, os EUA e o Irã, que começou no fim de semana, provocou interrupções globais de voos e fechamento de espaços aéreos. Autoridades estimam que o esforço de repatriação pode se estender por semanas, com várias frentes de evacuação em operação.
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