- Reino Unido solicitou ao Supremo Tribunal Federal detalhes sobre as condições de prisão para receber Carlos César Moretzsohn Rocha, condenado pelo STF em relação à trama golpista.
- Rocha, presidente do Instituto Voto Legal, foi condenado a sete anos e seis meses de prisão e está em território britânico; ele é considerado foragido desde a condenação.
- Em 30 de janeiro, o Ministério da Justiça encaminhou ao Ministério das Relações Exteriores a documentação para formalizar a extradição.
- Em ofício enviado ao ministro Alexandre de Moraes, o Ministério da Justiça afirmou que as informações sobre as prisões são imprescindíveis para o prosseguimento do pedido de extradição.
- O processo conta com a participação de um policial da Embaixada do Brasil em Londres; Moraes decretou a prisão preventiva de Rocha em dezembro de 2025.
O Reino Unido pediu ao Supremo Tribunal Federal informações sobre as condições de prisão que poderiam receber Carlos César Moretzsohn Rocha, presidente do Instituto Voto Legal. A demanda faz parte de processo de extradição em curso.
Rocha foi condenado pelo STF a sete anos e meio de prisão pela participação na tentativa de golpe de Estado, ocorrida no âmbito da chamada trama golpista. Ele permanece em território britânico e é considerado foragido desde a condenação.
Solicitação de extradição
Em 30 de janeiro, o Ministério da Justiça encaminhou ao Ministério das Relações Exteriores a documentação para formalizar a extradição. O pedido envolve a avaliação de estabelecimentos prisionais no Reino Unido para cumprimento da pena.
O Ministério da Justiça ressalta que as condições do presídio são essenciais para o prosseguimento do processo. A delegação brasileira também conta com a atuação de um policial da Embaixada do Brasil em Londres.
Alexandre de Moraes, ministro do STF e relator do caso, decretou a prisão preventiva de Rocha em dezembro de 2025. A decisão acompanha o contexto da tramitação do processo relacionado à desinformação e à tentativa de golpe.
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