- Lavrov afirmou que, até o momento, não há evidências de que o Irã estivesse desenvolvendo armas nucleares, justificativa apontada para a guerra.
- O presidente americano, Donald Trump, disse ter ordenado ataques para impedir o programa nuclear e de mísseis balísticos do Irã.
- A Rússia pediu cessar-fogo imediato de todas as partes, destacando que as consequências do ataque são sentidas na região e que países árabes arcam com custos econômicos e vítimas.
- O Irã acusa Israel e os EUA de terem atingido uma escola feminina no sul do Irã, com Teerã afirmando ter mais de 160 mortos; os EUA negam atacar escolas deliberadamente.
- Há impacto regional com custos econômicos e vítimas, segundo autoridades russas.
A surpresa diplomática envolve a Rússia e o cenário de tensões entre EUA e Israel. Segundo Lavrov, não há evidência confirmada de que o Irã desenvolva armas nucleares, mesmo com as ações recentes no Oriente Médio. A declaração ocorre enquanto Washington e Tel Aviv continuam a buscar ações militares.
Lavrov fez a leitura durante encontro com o chanceler de Brunei, em Moscou. O ministro russo reforçou que a principal justificativa para um eventual conflito não estaria comprovada pela evidência disponível. Ele também apontou custos econômicos para países árabes da região.
A posição rusa chega em meio a relatos de consequências regionais do ataque. Rússia defende um cessar imediato de hostilidades e aponta incidentes que teriamFocado em civilizados, incluindo rumores sobre ataques a alvos civis. O secretário de Estado americano, Marco Rubio, afirmou que forças dos EUA não atacariam escolas intencionalmente.
Acusações sobre ataque a escola
A imprensa estatal iraniana afirma que Israel e os EUA realizaram um ataque a uma escola primária feminina no sul do país, com mais de 160 mortos. Não há confirmação independente até o momento, e autoridades internacionais pedem investigação. As informações continuam em desenvolvimento.
A Reuters informou que o ataque é tema de debates sobre responsabilidade, com autoridades de ambos os lados evitando confirmações rápidas. O governo iraniano atribui o episódio a forças estrangeiras, enquanto Washington nega ataques deliberados a instituições educacionais.
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